Saúde

diabete tipo 2

Faculdade de Medicina busca pessoas para tratamento não medicamentoso

A Divisão de Endocrinologia e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP precisa de voluntários com diabete tipo 2 para um tratamento não medicamentoso.

Segundo os pesquisadores responsáveis, o médico Rafael Ferraz e a professora Maria Cristina Foss-Freitas, o foco é exclusivamente na aplicação de uma dieta rigorosamente controlada e personalizada para cada indivíduo.

Podem participar homens e mulheres com idade entre 30 e 60 anos, que tenham diabete tipo 2, não usem insulina, possuam valor de glicemia acima de 150 mg/dL e valores de colesterol e triglicérides acima de 200 mg/dL.

Não podem participar gestantes,

Proqualis

Repensar ideias diante de dificuldades enfrentadas para a melhoria da segurança no cuidado de saúde e contribuir com novas estratégias e intervenções: esses são os objetivos do livro Cuidado de Saúde mais Seguro: estratégias para o cotidiano do cuidado, publicação do Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) do Insituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), nos formatos ePUB e PDF. A versão em língua portuguesa foi traduzida por Diego Alfaro e Ana Ribeiro Olson, com revisão técnica realizada por Claudia Travassos, editora das publicações do Proqualis e pesquisadora titular aposentada do Laboratório de Informações em Saúde (Lis) do Icict/Fiocruz, e Camila Lajolo, assessora

vacina febre amarela

O Ministério da Saúde está liberando R$ 40 milhões aos municípios mais afetados pela febre amarela no país. Desse total, R$ 13,8 milhões serão destinados aos 256 municípios de cinco estados, como incentivo à vacinação da população contra a doença. Os municípios estão localizados nos estados de Minas Gerais (MG), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), Bahia (BA) e São Paulo (SP), que abrangem uma população estimada de 8,6 milhões de pessoas. O recurso foi definido a partir da estimativa da população a ser vacinada em cada município. O Ministério da Saúde também está adiantando outros R$ 26,3 milhões que representa 40% dos recursos de vigilância em saúde. Os

biologa Marcia Chame

O aumento do número de casos de febre amarela está sendo acompanhado com atenção por autoridades e especialistas em Saúde do país. No esforço para esclarecer a população sobre a atual dimensão do problema, a bióloga Marcia Chame atribui particular importância à questão da degradação do ambiente. De acordo com a coordenadora do Centro de Informação em Saúde Silvestre e do Programa Institucional Biodiversidade & Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, os casos atuais ocorrem em áreas onde os fragmentos florestais são muito pequenos e poucas espécies animais são preservadas. “Isso é um dado a ser estudado com muita cautela”, explica.

Na entrevista abaixo, a bióloga também fala do histórico

ministerio da saude

O Ministério da Saúde publicou na última sexta-feira (23/12) um guia clínico para o manejo da chinkungunya. O documento traz orientações para casos graves, os cuidados com as gestantes, medicamentos recomendados, exames necessários, bem como o tratamento e as ações de vigilância para a doença. O guia serve de base de consulta para profissionais de saúde para a avaliação dos casos no país e aborda as três fases de evolução da doença: aguda, subaguda e crônica, além da forma de intervenção para cada uma.

“O Governo Federal tem feito um grande esforço para combater o mosquito Aedes aegypti e melhorar o atendimento à população. Como chikungunya é uma doença

Marcos Cueto

A  atual crise sanitária ligada à febre amarela é resultado de uma série de fatores já bem conhecidos por historiadores das ciências e da saúde e de áreas envolvidas no controle da doença. O crescimento desordenado das cidades, a falta de saneamento básico – um problema também observado no início do século 20 –, e a persistência de outros determinantes sociais são alguns dos entraves ao combate da febre apontados pelo historiador Marcos Cueto, pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).

“Soluções como pedir [à população] para eliminar os reservatórios de larvas dos mosquitos são necessárias, mas paliativas. É preciso pensar em investimentos na infraestrutura sanitária da população urbana”,

gravida

Diante da explosão de casos de bebês nascidos com microcefalia e outras malformações congênitas no Nordeste brasileiro em 2015 – e da crescente suspeita de que o fenômeno estivesse ligado à epidemia de Zika –, o Ministério da Saúde emitiu, em novembro daquele ano, um alerta para que mulheres adiassem os planos de gravidez.

Cerca de três meses depois, com o fortalecimento das evidências de que o vírus aparentado do causador da dengue era de fato o responsável pelos casos de malformações em bebês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência internacional de saúde pública e recomendou que grávidas evitassem frequentar as regiões afetadas pelo vírus.

Mas, apesar

sexualidade

Segundo estudo feito por psicóloga da USP em Ribeirão Preto, falta capacitação para os profissionais da área da saúde lidarem com questões de sexualidade dos pacientes

Falta treinamento para os profissionais da área da saúde lidarem com questões de sexualidade dos pacientes. Esta é a conclusão do estudo feito pela psicóloga Vanessa Monteiro Cesnik van der Geest, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, ao analisar informações de profissionais de enfermagem em Ribeirão Preto.

A dificuldade em abordar o tema sexualidade pode prejudicar a saúde dos pacientes. “Danos que poderiam ser evitados com treinamento adequado e atitude proativa dos profissionais”, segundo a pesquisadora.

Vanessa exemplifica

vacina contra a dengue

A equipe que pesquisa vacina contra a dengue na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) busca voluntários para a terceira e última fase dos testes da vacina contra a dengue. O acompanhamento dos voluntários é realizado no Centro de Pesquisas Clínicas, que fica no Prédio dos Ambulatórios do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Mais de 300 voluntários externos já participam do projeto.

Os pesquisadores abrem, nesta última etapa, a oportunidade de participação da comunidade USP e de seus dependentes, que serão vacinados e acompanhados por 5 anos.

São 900 vagas abertas, sendo que a prioridade no momento é vacinar crianças e adolescentes entre 7 – 17 anos. Mas ainda

idoso

Um grupo de pesquisadores desenvolveu um programa experimental de assistência a idosos com depressão. Após cinco meses de intervenção em domicílio, 87% dos pacientes atendidos apresentaram melhora significativa nos sintomas, chegando a reverter o quadro depressivo.

O projeto contemplou o treinamento das equipes de saúde e o desenvolvimento de um sistema de interação com idosos para ser usado em tablets. Foram atendidos em domicílio 33 idosos com depressão cadastrados em uma unidade básica de saúde (UBS) da capital paulista.

A pesquisa foi conduzida por pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e da London School of Hygiene & Tropical Medicine

Dr Google

Antes da Internet e ainda bem antes, quando a tuberculose era conhecida como “a peste cinzenta” ou “doença do peito”, Manuel Bandeira fez poesia diante de uma consulta médica de diagnóstico irreversível. Digite “Pneumotórax” hoje em sua ferramenta de busca. Você vai encontrar 133 mil ocorrências para o termo em segundos. Os versos do poeta brasileiro até aparecerão ali pela oitava página mas antes você terá uma infinidade de informações sobre essa urgência médica: o que é, quais os sintomas, como tratar, onde ir, sites úteis, links para consultórios, páginas tira-dúvidas, dicas de comunidades virtuais. O volume de referências disponíveis e o hábito cada vez mais comum entre os usuários