Odontologia

Arcada dentária

Uma situação relativamente comum em consultórios odontológicos pode levar à perda óssea. É o chamado contato prematuro, que ocorre quando a restauração – seja por canal, obturação ou coroa – fica mais alta que o dente original, fazendo com que ele toque no outro dente antes dos demais e, consequentemente, sofra sobrecarga funcional.

Embora o problema seja recorrente e facilmente percebido pelo paciente – que deve indicar a diferença para que o dentista a corrija –, ainda não haviam sido completamente caracterizadas na literatura científica os mecanismos referentes às alterações ósseas causadas por mudanças microscópicas nas tensões e deformações do tecido ósseo. Agora, um modelo computacional pode mudar isso.

Pesquisadores

dentes

Especialista da Caixa Seguradora Odonto explica que o segredo para a prevenção está na correta higienização

Camada que se fixa entre os dentes devido aos restos alimentares que não são devidamente retirados com a escovação, o tártaro possui coloração amarelada e pode ser facilmente observado. O problema acontece quando a placa bacteriana que se acumula na boca e, consequentemente, acaba endurecendo. Além de comprometer a estética do sorriso, pode levar a problemas sérios, como cárie, gengivite e periodontite.

Segundo Rosane Menezes Faria, dentista da Caixa Seguradora Odonto, o tártaro, ao contrário da placa bacteriana, só pode ser removido por um dentista com a ajuda de instrumentos especiais em um processo

Anomalias Craniofaciais

Obra de pesquisadores da USP aborda todas as especialidades odontológicas e apresenta informações úteis para outras áreas da saúde

Pesquisadores do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP lançaram o e-book Craniofacial Disorders: Orofacial Features and Peculiarities in Dental Treatment  (Anomalias Craniofaciais: Características Orofaciais e Peculiaridades no Tratamento Odontológico).

“O objetivo do livro é servir como um recurso que o profissional clínico possa consultar com facilidade quando for realizar atendimento a pacientes com anomalias craniofaciais, melhorando assim o acesso ao tratamento odontológico para esses pacientes, em abrangência e em qualidade”, explica Gisele da Silva Dalben, chefe da Seção de Odontopediatria e Saúde Coletiva do HRAC da USP e uma das organizadoras da

Simulador de anestesia

Publicação traz artigos que reportam avanços científicos e tecnológicos na área de odontologia

Editada pela Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP, a revista Journal of Applied Oral Science acaba de publicar um novo número (volume 25, número 4, 2017).

A publicação traz artigos que reportam avanços científicos e tecnológicos na área de odontologia. A nova edição traz artigos em inglês sobre simulador de anestesia dental para treinamento, materiais para preenchimento de raízes dentais, tratamento de doença periodontal com laser e questionário para vigilância da gengivite entre adolescentes, entre outros temas.

O conteúdo da revista pode ser acessado neste link.

Mais informações: e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

dentes mais brancos

Dentes manchados ou amarelados ganham vida nova e ficam mais brancos e brilhantes.   Um sorriso perfeito faz a diferença na vida de qualquer pessoa, aumenta a autoestima, a convivência social, além de ser um incentivo para o cuidado ainda maior com a saúde bucal. Por isso, o clareamento dental é um dos procedimentos odontológicos estéticos mais procurados, mas que também gera muitas dúvidas. Pensando em dar suporte aos pacientes que procuram esse tratamento, Dr Marcelo Braga, gestor clínico da MB Odontologia Especializada, tira dúvidas frequentes sobre o procedimento.

Marcelo explica que o dente possui pigmentos em seus tecidos superficiais e profundos. Estes, vêm principalmente da dieta rica em corantes.

Faculdade de Odontologia da US

Faculdade de Odontologia da USP quer investigar melhor técnica para reparar alterações na sensibilidade

Pessoas de 18 a 50 anos que tenham experimentado alguma alteração na sensibilidade após a extração do dente do siso ou a colocação de implantes na mandíbula podem se voluntariar para um estudo conduzido pela Faculdade de Odontologia (FO) da USP.

Pacientes gestantes e indivíduos que tomam medicação que os deixem fotossensível são excluídos da pesquisa.

Três tipos de tratamento serão estudados: laserterapia, laseracupuntura e medicação com complexo vitamínico. Os resultados serão utilizados para observar qual das terapias proporciona um retorno sensitivo mais rápido.

Caso o voluntário seja alocado, por sorteio, no grupo da laserterapia

dentes

Ao ingerir bebidas quentes ou geladas, durante a escovação ou mesmo na mastigação, muitas pessoas sentem uma dor aguda nos dentes, apresentando a chamada hipersensibilidade dentária.

A Faculdade de Odontologia (FO) da USP está realizando uma pesquisa clínica para avaliar o efeito de diferentes tratamentos na redução desses sintomas. Para isso, precisa de pessoas, entre 18 e 55 anos, que apresentem sensibilidade nos dentes e se disponham a participar do estudo como voluntárias.

A pesquisa será realizada no Laboratório Especial de Laser em Odontologia (Lelo), localizado na Av. Prof. Lineu Prestes, 2.227, Cidade Universitária, Butantã.

Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 3091-7645 e agendar uma avaliação.

dentista

Especialista fala como prevenir o problema e suas formas de tratamento

No Brasil, um tipo de câncer tem chamado a atenção da sociedade: o câncer bucal. Ele é pouco conhecido, costuma ser diagnosticado tardiamente e já começa a ganhar contornos de verdadeira epidemia. Segundo o Inca, mais de 14 mil casos de câncer bucal são registrados por ano, matando mais de 4 mil brasileiros anualmente, a maioria homens. O diagnóstico precoce pode ajudar a salvar vidas. O diagnóstico precoce é essencial para que o tratamento possa ser realizado da forma mais eficiente, podendo ser feito por dois tipos de profissionais que devem acompanhar o paciente que sofre de câncer bucal, o Oncologista (especialista em câncer) e

pesquisa

Uma pesquisa inédita, desenvolvida em parceria pela Fiocruz Pernambuco e o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), utiliza um tipo de proteína, a lectina, para melhorar a qualidade dos implantes ósseos ou dentários, tornando-os mais eficientes em se integrarem ao organismo do paciente.

Nessa investigação, a lectina utilizada foi extraída do soro do peixe Tilápia do Nilo (Oreochromis nicolitus - Onil). Um tipo de proteína que tem afinidade pelo açúcar, presente na superfície das células. Essa característica da lectina a faz atrair as células para se depositarem na superfície do implante, favorecendo uma melhor integração ao tecido ósseo. “A gente observou que a presença da lectina no implante propicia

Dentista

Homens com 35 anos ou mais, renda mensal de até R$ 250,00 e com, no máximo, dez anos de estudos são os mais vulneráveis à perda de dentes, segundo estudo desenvolvido no Recife. O medo de ir ao dentista é uma das razões da perda dentária na cidade. “O paciente deixa de tratar a doença no estágio inicial e só chega ao dentista quando realmente há a necessidade de extração dentária. Quem tem medo de dentista tem 50% mais chance de perda dentária do que aquele que não tem”, afirma o pesquisador da Fiocruz Pernambuco Rafael Moreira.

Ele orientou o estudo Fatores associados à perda dentária em adultos em

Endocardite Bacteriana

Problema ocorre quando há presença de bactérias no fluxo sanguíneo e estas encontram tecidos cardíacos danificados

A Endocardite Bacteriana é uma doença comum, que tem um alto índice de mortalidade. Trata-se de uma infecção da parede interna do coração ou das válvulas do coração, que resulta usualmente pela invasão de microorganismos (bactéria ou fungo) em tecido endocárdico ou material protético do coração. Havendo oportunidade para bacteremia, como por exemplo, a manipulação dentária em portadores de valvopatia, pode ocorrer colonização pela aderência do microorganismo na valva deformada e uma de suas causas é a má conservação dos dentes.

Uma vez confirmado o diagnóstico de endocardite bacteriana, segundo o Dr Marcelo Braga - gestor clínico da MB Odontologia Especializada -, "é necessário manter o paciente