Treinando para hipertrofia

Especialista afirma que método japonês faz o músculo crescer tanto quanto a musculação e com menos desgaste

Não é a toa que os brasileiros são considerados os mais vaidosos do mundo. Segundo a Associação Brasileira de Academias, o Brasil só perde para os Estados Unidos em número de academias abertas no país. O uso de suplementos alimentares, para aumento de ingestão proteica e ganho de massa muscular (como o Whey Protein), já chega a 54% da população. Se você frequenta academias, assim como quase todos os usuários, busca definição e aumento muscular. No entanto, após um tempo, os exercícios podem se tornar repetitivos e pouco eficientes, e se não forem administrados novos e diferentes estímulos, o crescimento da musculatura estagna.

A fisioterapeuta desportiva Ana Gil, idealizadora do Espaço de mesmo nome, trabalha em sua clínica, com diversos recursos fisioterapêuticos, entre eles, o Kaatsu Training ou Restrição de Fluxo Sanguíneo - “Trata-se de um método de treinamento de força que utiliza um equipamento chamado Torniquete Neumático, responsável pela oclusão vascular parcial, durante a execução dos movimentos. Dessa forma, o fluxo sanguíneo para os músculos é diminuído, obrigando-os a solicitar mais fibras tipo II, que são as que têm maior potencial hipertrófico”, explica a especialista.

Os exercícios podem ser realizados em braços e pernas e seus benefícios são muitos. Segundo Ana Gil, “é uma excelente ferramenta para a reabilitação e inclusive pode ser indicado para recuperar a massa muscular, comumente diminuída em pós–operatórios e algumas lesões. E aparece como opção para pessoas que têm dificuldades em realizar exercícios com cargas elevadas, como é o caso de idosos. Pois, com este novo método é possível atingir os mesmos ganhos de força e hipertrofia com cargas mais baixas e menor impacto nas articulações”.

O Dr. Jefferson Novaes, professor da UFRJ e coordenador do condicionamento físico no Espaço Ana Gil, reforça “este trabalho também pode ser utilizado no período de descanso ativo de atletas (pós-competição) ou com limitações temporárias, provenientes de alguma lesão, mas que não querem abandonar os treinos e muito menos diminuir sua performance”.

Ainda de acordo com a fisioterapeuta, a técnica só deve ser praticada com o auxílio e monitoramento de um profissional da área e alguns alertas precisam ser levados em consideração - “É importante ressaltar, que o uso errôneo dessa técnica, pode resultar em problemas circulatórios e cardíacos. O ideal é sempre procurar um fisioterapeuta ou um profissional de educação física qualificado para a orientação e execução do treinamento”, conclui a profissional.

Serviço:

Espaço Ana Gil, clínica é de Fisioterapia, Estética e Pilates e se localiza na Barra da Tijuca.  

Ana Gil

Fisioterapia Ortopédica, Pilates, RPG e Estética. Pós-graduada em Anatomia Humana e Biomecânica – UCB, Mestre em Educação Física - EEFD/UFRJ.

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