Radis

A Radis de julho já está disponível online. Na capa, entenda por que a falta de acesso a esgotamento sanitário, abastecimento de água, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais urbanas são um reflexo das desigualdades no país. No editorial desta edição, escrito por Rogério Lannes, a publicação lembra que o saneamento básico é uma condição indispensável à promoção da saúde. Dados brasileiros, segundo o IBGE, mostram que 41,9 milhões de domicílios (64%) têm acesso à rede coletora de esgoto e somente 5,2% dos domicílios rurais possuem coleta de esgoto ligada à rede geral e 28,3%, fossa séptica.

A revista apresenta também os resultados de duas pesquisas. A primeira, divulgada em junho, é a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde. O estudo aponta que 71% dos brasileiros têm os serviços públicos de saúde como referência e que 95,3% dos brasileiros conseguiram obter atendimento médico da primeira vez que procuraram. Já a segunda é o Perfil da Enfermagem do Brasil, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por iniciativa do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e a coordenação-geral ficou a cargo da Ensp/Fiocruz. Em números, a enfermagem hoje no país é composta por um quadro de 80% de técnicos e auxiliares e 20% de enfermeiros.

Outro tema relevante desta edição é a reportagem de Liseane Morosini sobre o descarte inapropriado de medicamentos no país, que também representa uma ameaça à saúde. A matéria ressalta que o Brasil não dispõe de uma legislação que determine o que fazer com remédios que venceram. Enquanto tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei 2.121, que obriga a rede farmacêutica a se responsabilizar pelo descarte, alguns estados e municípios já se anteciparam na aprovação de leis próprias, a maioria orientando os usuários a procurar farmácias e drogarias.

Confira a íntegra da Radis 154, de julho de 2015.

Ascom Ensp
Agência Fiocruz

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