Meio Ambiente

asas de mosquitos

Um novo estudo identificou alterações evolutivas nas asas de mosquitos que podem ser causadas por modificações introduzidas pelo homem no meio ambiente. O processo de urbanização estaria promovendo uma pressão ambiental sobre os mosquitos, afetando suas populações. 

Alterações microevolutivas ocorrem dentro de espécies ou de populações ao longo do tempo e podem ser percebidas como variações no genoma ou no fenótipo de insetos.

O controle populacional de mosquitos é considerado a melhor estratégia para combater as doenças transmitidas por eles, o que torna a compreensão de sua dinâmica populacional vital para o desenvolvimento de programas de controle de vetores mais eficazes. Nesse sentido, pesquisadores no Brasil e nos Estados Unidos desenvolvem um projeto que investiga

Pesquisadores

Os recordes de temperatura quebrados a cada ano são uma preocupação também para a arquitetura e o urbanismo. Um estudo feito na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), analisou o papel da cidade na modificação do clima.

“Observamos que determinados elementos urbanos, o desenho urbano e até edifícios mudam completamente o balanço energético das cidades. Por isso, planos urbanos estratégicos devem absorver soluções a médio e longo prazo”, disse Denise Helena Silva Duarte, professora da FAU-USP que coordena projeto de pesquisa apresentado em reunião do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), em dezembro.

A

Trochilus polytmus

Muitos cientistas consideram que as atividades humanas começaram a ter, a partir do fim do século 18, um impacto tão significativo no clima e nos ecossistemas da Terra a ponto de der dado origem a uma época geológica que denominaram Antropoceno.

As eliminações de espécies nesse período mais recente da história do planeta Terra podem rivalizar com as grandes extinções em massa registradas ao longo de outras eras geológicas. A fim de restaurar essa perda de biodiversidade e o funcionamento do ecossistema terrestre seria preciso aplicar, urgentemente, o conhecimento ecológico existente.

Um estudo de autoria de pesquisadores brasileiros e britânicos indicou que há condições teóricas, metodológicas e tecnológicas sem precedentes para enfrentar esse desafio.

Resultado

PL Energias Renováveis

A Câmara Legislativa do DF aprovou, nesta manhã (17), o Projeto de Lei 2112/2018 que institui diretrizes para a Política Distrital de incentivo à geração e aproveitamento da energia solar, eólica, de biomassa e a cogeração.

Além de incentivar e estimular o uso de energias renováveis em áreas urbanas e rurais e contribuir para melhoria das condições de vida de famílias de baixa renda, o projeto visa fomentar pesquisas voltadas ao desenvolvimento tecnológico de fontes de energias renováveis a partir de energia solar, eólica, de biomassa e da cogeração por meio da Fundação de Apoio do Distrito Federal.

Entre os objetos da proposição estão à promoção de estudos; o estimulo aos investimentos e a implantação

Herbicidas

O uso de herbicidas pode reduzir a quantidade de organismos do solo em mais de 50%. É o que observa um estudo realizado na região serrana fluminense. O resultado surpreendeu pesquisadores, uma vez que essa fauna tem papel importante na manutenção da fertilidade e da qualidade do solo. “Sabíamos que os herbicidas afetam os organismos do solo, mas não imaginávamos que fosse tanto assim”, relata a pesquisadora da Embrapa Agrobiologia (RJ) Adriana Aquino, que participou do estudo. “Trabalhamos com a classificação taxonômica bastante elevada, nível de ordens. Por isso, ver uma diminuição de mais da metade das ordens de organismos do solo significa um universo de inúmeras espécies. Realmente não esperávamos isso”, afirma.

A consequência

Torre

Para fazer ciência na Amazônia, além de enfrentar longos desafios logísticos, também é preciso subir degraus. Muitos deles. Quase 1,5 mil e, se possível, de uma só vez. O esforço vale a pena, pois tem levado a descobertas sobre o impacto tanto das mudanças climáticas na Amazônia quanto da floresta no clima de todo o planeta.

A escadaria em questão está na Torre Alta da Amazônia (ATTO, na sigla em inglês), com 325 metros de altura – ou quase o mesmo que três edifícios Copan empilhados. A torre fica a 150 km de Manaus (AM), na Estação Científica do Uatumã. É lá que cientistas instalam equipamentos capazes de captar informações sobre os fluxos de troca

cidade de São Paulo

Questões como saneamento ambiental, água, serviços ecossistêmicos, energia, cidades e mudanças climáticas tendem a se sobrepor quando analisadas sob a ótica da governança ambiental de uma região. Tendo isso em vista, grupo formado por mais de 50 pesquisadores de instituições paulistas está estudando a governança ambiental na macrometrópole paulista a partir da interdisciplinaridade.

"É importante dizer que nesse projeto não há hegemonia. O importante é fazer pontes. Nossa preocupação é estar o tempo inteiro criando um diálogo horizontal de conhecimento, para que todos estejam, na medida do possível, fortalecendo um espírito de corpo interdisciplinar. Nesse sentido, estamos sendo inovadores na forma de fazer, além de também estarmos propondo inovações", disse Pedro Jacobi, coordenador do Projeto

adubo

Uma pesquisa que está sendo desenvolvida em São Carlos, interior de São Paulo, comprova que o efluente de esgoto tratado gerado na fossa séptica biodigestora é um biofertilizante que pode substituir a aplicação do nitrogênio sintético na adubação de pequenas lavouras. O adubo orgânico pode ser uma excelente alternativa para produtores que não têm acesso a nenhum tipo de fertilizante químico.

Embora já seja recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o efluente de esgoto tratado ainda não tem norma de uso no Brasil. Além de alternativa ao fertilizante sintético, a aplicação do adubo orgânico gerado pelo sistema de saneamento básico rural visa a preservação ambiental com a destinação adequada e a reciclagem do uso

poluição oceânica

A FAPESP lançou uma chamada para selecionar projetos colaborativos visando a redução da poluição oceânica por microplásticos, em suporte aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e com vistas à implementação dos objetivos da Declaração de Belém sobre Cooperação Atlântica.

A chamada foi lançada em conjunto com a União Europeia por meio da Iniciativa JPI Oceans e com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

Entre as instituições dos diversos países participantes da chamada estão a Secretaría de Estado de Investigación, Desarrollo e Innovación (SEIDI) da Agencia Estatal de Investigación (AEI), na Espanha, a Agence Nationale de la Recherche, na França, o Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF)

Manejo Integrado de Pragas

Estudo realizado no sul de Mato Grosso do Sul demonstrou que controlar percevejos e lagartas da soja seguindo as orientações do Manejo Integrado de Pragas (MIP) aumenta a margem de lucro do produtor ao promover uma economia de pouco mais de R$ 125,00 por hectare. A pesquisa estimou ainda que se a prática fosse adotada em todas as lavouras de soja do Brasil - uma área de aproximadamente 33.228.400 hectares - poderia gerar um benefício econômico da ordem de R$ 4 bilhões, devido à economia com inseticidas e gastos com a aplicação dos produtos.

O entomologista Crébio José Ávila, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (MS), explica que apesar da eficiência do MIP-Soja na redução do uso de

cidade de São Paulo

Há desigualdade em São Paulo também quando o assunto é poluição do ar. Passageiros de ônibus que fazem longos trajetos diários estão mais expostos à poluição que motoristas de carro ou passageiros de metrô. Há também uma diferença significativa entre os níveis de poluição em locais como faixas de ônibus, pontos de ônibus e nas principais vias da cidade, os chamados hotspots.

“Embora ainda esteja acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a poluição na Região Metropolitana de São Paulo melhorou nos últimos 30 anos. Mas isso acontece quando se olha a média. A exposição à poluição não é homogênea entre as pessoas. Individualmente existem perspectivas muito acima dessa média, quando se leva