Meio Ambiente

Macaco de cheiro, uma das espécies amostradas no estudo

Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, os comunitários estão contribuindo para mensurar a abundância de primatas da região. Com a união do conhecimento ecológico local com o Método de Amostragem de Distâncias, os pesquisadores do Instituto Mamirauá buscam aprimorar o conhecimento da dinâmica populacional de diferentes espécies de primatas da Amazônia.

A equipe do Instituto Mamirauá já trabalha há cerca de nove anos com o monitoramento dos primatas em trilhas, como parte do projeto “Monitoramento da Fauna Cinegética e Primatas nas Reservas Mamirauá e Amanã”. O trabalho em trilhas começou em 2006 e já totalizou mais de 3 mil km percorridos. O monitoramento é realizado em sete transecções de terra firme na Reserva Amanã. Os

palmeira do Pampa

Ameaçado de extinção, o butiazeiro, palmeira nativa que faz parte da história e da cultura gaúcha, é foco de estudos que vão garantir sua preservação e o cultivo em escala comercial. O conjunto de pesquisas que envolve a palmeira foi selecionado como finalista na primeira edição do Prêmio de Biodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, ficando entre as 18 melhores propostas em um universo de 888 concorrentes em todo o território nacional.

Os butiazais têm sofrido com a expansão das áreas urbanas e com atividades agrícolas. Para reverter esse quadro, uma série de trabalhos coordenados pela Embrapa, como o mapeamento das plantas remanescentes, visa à preservação e ao aumento do conhecimento sobre o

quelônios da Amazônia

Um quelônio encontrado mais de 10 anos depois. Um animal monitorado que percorreu mais de 100 quilômetros. Esses são alguns dos resultados do estudo sobre  padrões de crescimento e movimentação da espécie de quelônio amazônico Iaçá (Podocnemis sextuberculata) realizado desde 1996 pelo Instituto Mamirauá em uma região da Amazônia.

Para a pesquisadora do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ana Júlia Lenz, "um dado muito interessante foi recapturar um bicho 10 anos depois, indicando que ele sobreviveu todo esse tempo e com isso, é possível avaliar o crescimento dele. Para essa espécie, Iaçá, não se tem dados de crescimento e não se sabe exatamente quanto tempo elas

Região do Vale do Ribeira, em São Paulo, é a maior produtora do estado

Um amplo e inédito estudo sobre a variedade de banana nanicão foi realizado no Núcleo de Apoio à Pesquisa em Alimentos e Nutrição (Napan) e Food Research Center (FoRC), que é um Centro de Pesquisa e Difusão (CEPID) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), ambos sediados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Durante quatro anos de estudos em campo e em laboratório, os cientistas analisaram a influência da biodiversidade da Mata Atlântica na produção da fruta, na região do Vale do Ribeira, em São Paulo. Entre as constatações, a de que a biodiversidade nativa traz benefícios em diversos aspectos da produção, inclusive em relação à Sigatoka Negra,

info.abril.com.br

Informações são do projeto Águas Futuras de pesquisadores da USP e Unesp

O projeto Águas Futuras é uma iniciativa de pesquisadores da USP (Paulo Inácio Prado, do Instituto de Biociências) e da Unesp (Roberto Kraenkel e Renato Coutinho, do Instituto de Física Teórica) que se utiliza de métodos de modelagem matemática para fazer projeções a partir de dados públicos. A página do projeto (http://cantareira.github.io) é atualizada diariamente com projeções para cinco e trinta dias. Também estão disponíveis na página links para todos os dados e programas utilizados, todos de utilização livre não comercial.

Dia 6 de julho, o nível do sistema Cantareira estava em 15,2% do volume total. Isto quer dizer que ainda estamos

viveiros

Educadoras ambientais do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, estão monitorando os viveiros educativos construídos em comunidades da Reserva Mamirauá, com frequência mensal. No último sábado, dia 11 de julho, estiveram na Comunidade do Ingá, município de Uarini (AM), para acompanhar o crescimento das 600 mudas de espécies nativas plantadas com os moradores no final de junho, tais como louro-inamui, muiratinga, mulateiro, piranheira, tarumã e samaúma.

A atividade começou pela manhã. Os 15 estudantes da Escola de Ensino Fundamental Maria Celestina reuniram-se para acompanhar mais uma atividade didática que estimule o cuidado com o viveiro e sua importância ecológica. “A gente aproveita esse momento de monitorar o viveiro

biodiversidade

Pesquisadores do Instituto Mamirauá, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), estão trabalhando os dados científicos coletados na expedição para a Estação Ecológica (Esec) Jutaí-Solimões e a Reserva Extrativista (Resex) do Rio Jutaí, oeste do estado do Amazonas, no início do ano.

A parceria visa a realização de projetos de pesquisa nessas Unidades de Conservação, tendo como resultado esperado o desenvolvimento de um inventário de mamíferos, de pequeno, médio e grande porte, com foco principal em primatas, quirópteros (morcegos) e fauna cinegética, ou seja, animais comumente utilizados na caça de subsistência, como é o exemplo de pacas, veados e antas. Outra parte do projeto visa identificar possíveis conflitos entre as

Foto: Giorgio Venturieri

Microchips de cinco miligramas e tamanho da metade de um grão de arroz foram instalados em centenas de abelhas nativas de três espécies que passaram a ser monitoradas por meio de antenas instaladas nas colmeias. A tecnologia tem sido empregada em pesquisa na Amazônia que pretende observar se as mudanças na temperatura, na ocorrência das chuvas e na umidade do ar influenciam o comportamento das abelhas e como isso ocorre. Para isso, os dados coletados pelo sistema são cruzados com informações meteorológicas.

Com o monitoramento das atividades desses animais e a relação com informações do ambiente, a pesquisa vai saber se as mudanças climáticas comprometem o trabalho desses insetos que são importantes polinizadores da

Ano Internacional dos Solos

O ano de 2015 foi escolhido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como o ano internacional dos solos. A ideia de se comemorar essa data não representa a organização de grandes festividades e sim um alerta para que todos os povos entendam a importância de se manter e preservar esse recurso não renovável. Uma boa definição para não renovável está no sentido de que sua perda e degradação não é recuperável no tempo de uma existência humana, e mesmo assim o solo é muitas vezes ignorado pela maioria das pessoas e entidades públicas.

Estima-se que hoje 33% (trinta e três por cento) dos solos do planeta estão moderadamente a altamente

clima

No último dia 21 de junho começou o inverno no Hemisfério Sul e a dizer pelo seus primeiros 15 dias, a estação promete ser das mais frias. No último dia 28, segundo a Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira, que opera a Rede Agrometeorológica do Noroeste Paulista e monitora o clima na região que registrou as menores temperaturas do ano. As mais baixas foram registradas em Marinópolis e Pereira Barreto (Estação Bonança), com 10,8°C e 11,2°C respectivamente. Em Marinópolis, a última vez que foi registrado temperatura inferior à de 28 de junho foi em 10 de agosto de 2014, com 10,7ºC.

O Noroeste Paulista, que é conhecido por alguns como a rota

Projeto teve início em maio deste ano e já registrou diversas espécies

Tamanduá-bandeira, onça-parda e lobo-guará, entre outras, habitam a reserva que possui mais de 2 mil hectares

Estudo coordenado pela professora Katia Maria Paschoaletto Micchi de Barros Ferraz, responsável pelo Laboratório de Ecologia, Manejo e Conservação de Fauna Silvestre (LEMaC), do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luízde Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, mostra que a Estação Experimental de Ciências Florestais de Itatinga parece ser um excelente local para a conservação da fauna brasileira. Espécies como Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e onça-parda (Puma concolor) são alguns dos animais que estão na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, elaborara pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Com o