Música

Eduardo Gudin e Léla Simões

Eduardo Gudin, instrumentista e compositor de expressão na música popular brasileira, e a jovem cantora Léla Simões apresentam show com músicas do álbum homônimo que gravaram juntos, recém-lançado pelo selo SESC.

A apresentação acontece no dia 22 de dezembro, domingo, no Bar do Alemão, às 19h30. Eduardo Gudin (violão e voz) e Léla Simões (voz eviolino) apresentam-se com participação da pianista Naila Gallotta.

O disco Eduardo Gudin e Léla Simões é o décimo sétimo da trajetória de Gudin e o primeiro de Léla. No repertório estão obras de diversas fases da carreira do compositor, escolhidas a dedo para o timbre vocal raro da intérprete. Entre as canções estão "Alma" (parceria de Gudin com Cacaso), "Sempre se Pode Sonhar" (com Paulinho da Viola) e “Mãos de Orfeu" (com Toquinho e Paulo César Pinheiro).

Há cerca de dois anos, o compositor conheceu a cantora em uma roda de samba do Bar do Alemão, local tradicional de encontros e trocas musicais, do qual Gudin foi proprietário nos últimos 16 anos, e segue como padrinho vitalício do espaço. Sempre atento às novas vozes, Gudin se encantou com seu talento e convidou-a para o elenco musical da casa. Com a aproximação e identificação artística crescente não tardou para apresentarem um show juntos, que foi a semente para o belo disco, disponível nas plataformas digitais. O lançamento físico está previsto para fevereiro de 2020.

Serviço

Show: Eduardo Gudin e Léla Simões
Data: 22 de dezembro – domingo, às 19h30
Ingresso: R$ 35,00 - ESGOTADO. Duração: 1h30.

Bar do Alemão

Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Capacidade: 40 lugares
Abertura da casa: 18h. Aos menores de 18 anos a casa não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (valor fixo c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.
Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao | @obardoalemao

Luiz-Ottavio Faria

Em continuidade com a expressiva carreira internacional, um dos maiores baixos da atualidade, Luiz-Ottavio Faria está em Muscat, para interpretar mais uma vez Sarastro, personagem da ópera A Flauta Mágica de Mozart. A direção musical e regência é do suíço Diego Fasolis e a direção cênica, do italiano Davide Livermore, assessorado pelo brasileiro Allex Aguilera, com quem o Luiz-Ottavio já teve o privilégio de trabalhar na ópera Turandot, na Ópera La Coruña, na Espanha. A apresentação será com o grupo de câmara italiano I Barocchisti e acontecem no Royal Opera House Muscat, no Sultanato de Omã, na Península Arábica, nos dias 2, 3 e 4 de janeiro de 2020.
Site: https://www.rohmuscat.org.om/en/performance/performance-detail?i=425

2019 foi um ano promissor para Luiz-Ottavio Faria. Em setembro, cantou Don Carlo no Teatro Cólon, na Coruña, Espanha, com um dos maiores baixos da atualidade, o italiano Ferruccio Furlanetto. Em julho, no Brasil, interpretou Sparafucile, na ópera Rigoletto de Verdi, sob a regência de Roberto Minczuk e a direção de Jorge Takla, no Theatro Municipal em São Paulo. Essa montagem foi realizada em outubro, no Teatro Solis de Montevideo, no Uruguai, sob regência do maestro uruguaio Martin Jorge.

Em abril esteve no XXII Festival Amazonas de Ópera, interpretando Don Ruy Gomes na versão em forma de concerto da ópera Ernani de Giuseppe Verdi, no Teatro Amazonas, sob regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.

Em janeiro, foi Timur, em Turandot na Ópera de Toulon, na França.

Vídeos

Anna Bolena by G. Donizetti, Luiz-Ottavio Faria, R. Rinaldi, Duetto, Oh! qual parlar fu il suo!: https://youtu.be/e50cHDokTdY

Don Carlo, Ferruccio Furlanetto & Luiz-Ottavio Faria, Duetto Filippo II e il Grande Inquisitore: https://youtu.be/VTTr4W-X_IY

Don Carlo, Duet Filippo II e Il Grande Inquisitore, Dmitry Belossesky e Luiz-Ottavio Faria: https://youtu.be/J4et-srqGAQ

Don Carlo Duet Filippo II e Il Grande Inquisitore Roberto Scandiuzzi e Luiz Ottavio Faria: https://youtu.be/-IcfxOJFb04

Felipe Bou, Luiz Ottavio Faria, Don Carlo, Filippo II e il Grande inquisitore duet: https://youtu.be/76opXGW5L68

Em março de 2020, Luiz-Ottavio Faria vai cantar a Missa Solemnis opus 123 de Beethoven com a Sinfônica de Lahti na Finlândia, regência do maestro Dima Slobodeniuk. Em abril, será Trinity Moses, na ópera Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny, de Kurt Weill, com texto de Bertold Bretcht, no Teatro Regio de Parma, na Itália, sob a regência do americano Christopher Franklin e direção do alemão Henning Brockhaus.

O baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria, natural de Bom Sucesso, no Rio de Janeiro, estudou canto com professores consagrados no mundo lírico, tais como Fernando Teixeira, Nilze Mirian Vianna, Simon Estes e Benjamin Mathews.  Formado pela prestigiada ‘The Juilliard School of Music’, de Nova Iorque, também foi aluno da ‘Escola de Música Villa-Lobos’, do ‘Conservatorio Brasileiro de Música’ e da ‘Universidade do Rio de Janeiro’, além de frequentar o ‘American Institute of Music Studies’, AIMS, na Áustria.

A estreia mundial de Luiz-Ottavio Faria se deu na ópera “Un Ballo in Maschera”, de Verdi, no papel de Tommaso, ao lado do legendário tenor Carlo Bergonzi e do grande barítono brasileiro Fernando Teixeira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com temporada estendida para o Theatro Municipal de Sãoo Paulo. Mais tarde, Commendatore (Don Giovanni), Ramfis (Aida), Sparafucile (Rigoletto), Sarastro (Die Zauberflute), Colline (La Boheme), Banquo (Macbeth), Oroveso (Norma) Zaccaria (Nabucco) e Timur (Turandot).

Em 2018, interpretou Jacopo Fiesco, da ópera Simon Boccanera, no Teatro Comunale di Bologna, na Itália. E em maio de 2018, foi Zaccaria na ópera Nabucco, no Teatro Montpellier, na França.

Site: http://www.ottavio-faria.com/
Facebook: @LuizOttavioFariaBass
Instagram: @luizottaviofariailbasso
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCK9uoHhJAUVNZSNnZAJrtdw/featured

Consuelo de Paula

No dia 24 de Janeiro, sexta, o Sesc Belenzinho recebe Consuelo de Paula em show de lançamento do CD Maryákoré, às 21 horas. Este é o sétimo disco da carreira da cantora e compositora mineira, uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos.

No show, Consuelo (voz, violão e percussão) apresenta-se acompanhada por Carlinhos Ferreira (percussão) e Ana Rodrigues (piano). O roteiro da apresentação traz algumas surpresas. “Farei um tema popular dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha e cantarei uma música de César Isella e Armando Tejada Gómez, que já foi interpretada por Mercedes Sosa”, revela a artista, que também vai interpretar canções essenciais de seus CDs anteriores. “São composições que conversam com Maryákoré”, conta a artista.

O título do CD pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).

Além de assinar letras e músicas - tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida neste disco. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

Segundo Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias, movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa que se renova a cada trabalho. E as fotografias que compõem a arte gráfica, cujos créditos são para f.cabral, traduzem em imagens o conceito do CD.

O violão é seu instrumento de composição que, nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.

Além do violão, um piano e vários instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco, flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra, utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.

O CD é apresentado em dois movimentos. Da mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos, são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula frente aos desafios dos nossos tempos.

Consuelo de Paula / Maryákoré

Distribuição: Tratore. Ano: 2019. Preço sugerido: R$ 35,00.
Disponível em todas as plataformas digitais.
Facebook: @maryakoreconsuelodepaula | Instagram: @#maryákoré
www.consuelodepaula.com.br | Teaser: 
https://www.youtube.com/watch?v=RHYNOGW1d8I

Serviço

Show: Consuelo de Paula
Lançamento CD: Maryákoré
Dia 24 de janeiro/2020. Sexta, às 21h
Local: Teatro I (396 lugares)

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9,00 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes.

Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir de 14/01/2020, às 12h, e nas bilheterias das unidades a partir do dia 15/01/2020, às 17h30. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos. Recomendação etária: 12 anos.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).
Transporte Público - Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Douglas Germano

O compositor, cantor e violonista paulistano Douglas Germano apresenta-se no dia 8 de dezembro, domingo, no Bar do Alemão, às 19h30. O repertório traz faixas de seu terceiro disco autoral, Escumalha, lançado neste ano, além de obras de diversas fases de sua carreira como “Maria de Vila Matilde”, música gravada por Elza Soares.

Escumalha, na definição do dicionário, em sentido figurado, significa “escória social; gente de baixa estirpe, ralé, escuma”. Ou seja, gente alheia à tecnologia, entre meia e terceira idades, sem representação em espaços sociais e culturais das metrópoles; gente que socializa nos vagões de trem a caminho do trabalho, no terminal de ônibus, no botequim de passagem, na fila do SUS, na igreja, na rua do bairro onde mora; gente que vive nas periferias das grandes cidades. É dessas gentes que Douglas Germano trata neste trabalho cheio de rezas, gingas e sonoridades autênticas.

No show no Bar do Alemão, o acompanhamento fica a cargo de João Poleto (sax e flauta) que também assina a direção musical do disco.

Conduzido ao universo das escolas de samba ainda garoto por seu pai, José Germano, percussionista do Conjunto Acadêmicos da Guanabara, Douglas Germano é hoje um compositor paulistano de prestígio. Começou a compor por volta de 1986, sendo gravado pela primeira vez, em 1991, pelo grupo Fundo de Quintal. Muitos outros intérpretes já gravaram suas músicas, entre eles: Fabiana Cozza, Carlinhos Vergueiro, Marcelo Pretto, Kiko Dinucci, Juçara Marçal, Thiago França, Metá-Metá, Juliana Amaral, Karina Ninni, Railídia Carvalho, Paula Sanches, Janaína Fellini e Nathália Mattos.

Douglas estudou violão com Ruy Weber, por meio do qual, em 1991, conheceu o saxofonista e flautista João Poleto, que o convidou a integrar o grupo de músicos dos espetáculos da Cia. Teatro X, onde seguiu por mais de 10 anos, executando e compondo as trilhas dos espetáculos Zumbi, Espólio, Bando de Maria, Calígula (finalista no Prêmio Shell 2003 na categoria de Melhor Trilha Original) e O Cobrador. Em 1998, ele participou do coletivo Mutirão do Samba, ao lado de Kiko Dinucci, Antônio Carlos Moreira, Everaldo F. Silva e Paqüera. Em 2004, foi convidado por Kiko a integrar o Bando Afro Macarrônico. Em seguida, Douglas e Kiko lançaram o disco Duo Moviola com suas parcerias, um trabalho irreverente, urbano, cotidiano e com olhar voltado para o próprio tempo.

Em 2011, lançou seu primeiro disco solo, ORÍ (digital), que o levou à final do 23º Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantor de Samba. Em 2016, ganhou o Prêmio Multishow na categoria Música do Ano por “Maria de Vila Matilde”, gravada por Elza Soares, além de ser indicado ao Grammy Latino como Melhor Música em Língua Portuguesa. No mesmo ano, Douglas lançou o segundo disco solo, Golpe de Vista (independente) com composições feitas entre 1990 e 2015 e com instrumentação diminuta: violão, cavaquinho e caixa de fósforos. O disco lhe rendeu indicação ao Prêmio APCA 2016. Em 2019, Douglas chega com seu terceiro disco autoral. Escumalha.

Serviço

Show: Douglas Germano
Data: 8 de dezembro – domingo, às 19h30
Ingresso: R$ 30,00. Reservas pelo WhatsApp: (11) 99814-2808

Bar do Alemão
Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Reservas pelo Whatsapp: (11) 99814-2808
Abertura da casa: 18h. Capacidade: 40 lugares
Aos menores de 18 anos a casa não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (valor fixo c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.
Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao | @obardoalemao

Prislla

Para os que desejam celebrar a virada do ano em alto estilo o Flutuante Rio, localizado na Urca promete uma festa exclusiva para 140 pessoas no mais alto nível de serviço. No comando do som terá Prislla, DJ residente do local e curadora musical e Djs especialmente convidados pela curadora para somar e agitar o grande evento.

O time de peso escalado para a celebração de fim de ano conta com Rodrigo Câmara, Dj das festas Fishbone e Punta Rocca Beach Búzios, Dj Ed Vieira, presente em muitas festas vips cariocas, e Duda Santtos, do Programa Adrenalina Transamérica, além das principais festas eletrônicas da cidade.    

A noite será brindada com a melhor vibe da virada, muita música, alta gastronomia, drinks e uma atmosfera fantástica dos pontos turísticos cariocas Cristo redentor e o Pão de açúcar.

“Estou muito feliz em participar dessa celebração da vida, e nada melhor que passar a virada do ano, em um lugar que transmite boas vibrações. Proporcionar ao público uma festa com muita música e alegria me deixa muito feliz e realizada, principalmente na casa onde tenho um carinho especial que é o Flutuante Rio.  Que o próximo ano seja de muito trabalho e grandes conquistas”, comenta a curadora musical Prislla.

Na gastronomia, o Flutuante promete um cardápio com o melhor da culinária e bebidas à beira-mar, além de vinho Branco, espumantes, vinhos Rose e Tequila. A casa oferecerá um menu de iguarias como: Farfale com salmão defumado, sour cream com siciliano e alcaparras espanholas, mini penne com parma, pêra, nozes e gorgonzola,  entre outros.

O Flutuante Rio é um local maravilhoso do Rio de Janeiro para realizar eventos de alto padrão, oferecendo aos seus visitantes conforto, excelente serviço e visual inesquecível. Possui uma localização privilegiada na Baía de Guanabara as margens da mureta da Urca, com uma paisagem composta pelos principais cartões postais da cidade maravilhosa (Cristo redentor e o Pão de açúcar).    

Serviço:

Data: 31 de dezembro
Horário: das 22h às 08h
Ingressos: 1 mil _ 2ª lote (consultar lote no momento da reserva)
Informações e vendas de ingresso: Tel - 21 99720-7737| 99966-8978
O Flutuante Rio fica na Avenida João Luiz – Próximo da Mureta da Urca

Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Dia 19 de dezembro, quinta-feira, às 19h30, acontece o Concerto de Natal das Quintas Culturais no Divino na Igreja do Divino Espírito Santo na Bela Vista. A série tem como objetivo o restauro da igreja inaugurada em 1908. Primeiro apresentam-se Adélia Issa (canto) e Edelton Gloeden (violão), depois o Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo, sob regência de André Rodrigo. A série é dirigida pelo tenor Miguel Geraldi. Os ingressos custam R$ 20,00 e meia entrada.

Ao final, serão sorteados para o público, exemplares do CD 12 Valsas Brasileiras com obras de Francisco Mignone e Edelton Gloeden como intérprete.

Dois grandes intérpretes da música de concerto, Adélia Issa e Edelton Gloeden, vão apresentar um repertório fascinante, com canções e obras instrumentais relacionadas ao Natal e à religiosidade, assim como cantigas de ninar tradicionais de vários países, de épocas e estilos diversos. Entre os compositores estão o espanhol Joaquín Rodrigo (o autor do famoso Concierto de Aranjuez), o irlandes Denis ApIvor, o paraguaio Agustín Barrios e o brasileiro Francisco Mignone, entre outros. Algumas das canções trazem poemas de grandes nomes da literatura, como Lope de Vega, Juana de Ibarbourou e Vinicius de Moraes. Serão também apresentadas antigas canções tradicionais natalinas, com seus textos originais.

Fundado em 2017, o Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo, regido por André Rodrigo, irá interpretar obras sacras e natalinas, como a clássica Noite Feliz de Franz Gruber. O objetivo do coral é enriquecer e integrar culturalmente os cantores. As apresentações são em vários espaços culturais da cidade.

A Officina da Memória é responsável pelo restauro da Igreja do Divino Espírito Santo. O Museu de Arte Sacra de São Paulo apoia o restauro, através da artista plástica Titina Corso, que promove oficinas de capacitação de alunos.

Programa

Adélia Issa (canto) e Edelton Gloeden (violão)

Joaquín Rodrigo (1901-1999) – Villancicos:
Pastorcito Santo (Lope de Vega)
Coplillas de Belén  (Victoria Kamhi)
Aire y Donaire  (Victoria Kamhi)

Agustín Barrios (1885-1944) - Villancico de la Navidad - violão solo
Denis Apivor (1916-2004) - Hush-a-ba Burdie (canção escocesa)
Carlos Guastavino (1912-2000) - Por los campos verdes de Jerusalén  (Juana de Ibarbourou)
J.S. Bach (1685-1750) - Gavottes I – II - violão solo
Francisco Mignone (1897-1986) - Nana (cantiga de ninar)
Tradicional Francesa - Les Anges dans nos Campagnes
Tradicional Catalã - El Noi de la Mare - violão solo
Tradicional Espanhola - Campanas de Belén  
Ernst Mahle - Natal (Vinícius de Moraes)

Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo
Lord make me to know - William Byrd
If ye love me - Thomas Tallis
Ave Maria - Furio Franceschini - arr. Heitor Villa-Lobos
Bambino Divino - Gian Paolo Dal Dosso
Ave Verum Corpus - Wolgang Amadeus Mozart
Gesù Bambino - Pietro Yon
Noite Feliz – Franz Gruber - arr. Damiano Cozella

As Quintas Culturais no Divino buscam recursos para o restauro e conservação da Igreja do Divino Espírito Santo. A arte aliada ao patrimônio traz novas possibilidades financeiras para preservação da memória. A série abre um novo espaço ao público com música e arte de qualidade.

A Igreja do Divino Espírito Santo, sua comunidade e o Museu de Arte Sacra de São Paulo uniram-se na criação do projeto. A igreja abriu as suas portas e oferece seu espaço físico e humano na criação de concertos musicais mensais a cargo do tenor Miguel Geraldi. O museu vem capacitando alunos para o restauro sob orientação da professora Titina Corso. O restauro fica a cargo da Officina da Memória. A comunidade ajuda com sua participação, prestigiando os eventos e na arrecadação de fundos para a preservação do patrimônio. “Vamos nos unir na preservação deste patrimônio”, convida Titina.

Currículos:

Adélia Issa, soprano, apresenta-se regularmente em todo o Brasil e exterior em recitais, concertos sinfônicos e em óperas, sob a regência de renomados maestros. Dentre suas atuações mais importantes destacam-se as óperas Un Ballo in Maschera de Verdi, ao lado do tenor Carlo Bergonzi e Carmen de Bizet, com Plácido Domingo. Foi solista em primeiras audições mundiais de obras de grandes compositores latino-americanos, como os brasileiros Camargo Guarnieri, Francisco Mignone e Cláudio Santoro, o colombiano Andrés Posada e o cubano Leo Brouwer. Mestre em música pela Universidade de São Paulo, tem participado de alguns dos principais festivais do país, entre eles o de Campos do Jordão, Ourinhos, Goiânia, Campo Grande e João Pessoa, e ministrou master classes e seminários nas Universidades Federais da Bahia, Paraíba, Pernambuco, Uberlândia, Rio Grande do Sul e Campo Grande, entre outras. Dentre suas gravações, destacam-se os CDs Sons das Américas, com o Núcleo Hespérides - Música das Américas, onde interpreta a primeira gravação feita no Brasil da Suite para Canto e Violino de Heitor Villa-Lobos (Selo Sesc), Mitología de las Aguas, com obras do cubano Leo Brouwer (Cubadisco), Puertas, com o violonista Edelton Gloeden (Selo Sesc), e Vozes Mulheres (projeto Proac-SP).

Edelton Gloeden, violão, é um dos mais destacados violonistas brasileiros da atualidade, Edelton Gloeden teve entre seus mestres Henrique Pinto, Eduardo Fernández, Guido Santórsola e Abel Carlevaro. Apresenta-se em recitais solo, com grupos de câmara, e em concertos com orquestra em todo o Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa. Realizou inúmeras primeiras audições de obras de compositores como Francisco Mignone,  Camargo Guarnieri,  Cláudio  Santoro,  Mário  Ficarelli,  Paulo  Costa  Lima,  Gilberto  Mendes, Antonio Ribeiro e Jorge Antunes, entre outros. É Livre Docente pela Universidade de São Paulo, onde é professor no Departamento de Música, e presença constante nos mais importantes festivais de música do país, entre eles os de Campos do Jordão, Brasília, Londrina, Porto Alegre, Poços de Caldas, Ourinhos, Campo Grande e João Pessoa. Entre 2008 e 2013 foi o diretor artístico do Festival Internacional Leo Brouwer em São Paulo, com a presença de grandes nomes do violão internacional. Em sua discografia destacam-se os CDs Os Anos 20 para violão solo (EGTA), Sons das Américas (Selo SESC) com o Núcleo Hespérides - Música das Américas, Puertas, com Adélia Issa (Selo Sesc) e 12 Valsas Brasileiras de Francisco Mignone para violão solo (projeto Proac-SP).

Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo é um coral fundado em 2017 pelo regente André Rodrigo e pela Instituição que dá nome ao coral. A proposta da criação do grupo foi proporcionar uma atividade musical no Museu, oferecendo um espaço para a integração e enriquecimento cultural dos membros envolvidos. Além disso, com o crescimento e amadurecimento do grupo, a proposta se estende para um diálogo com a cidade e o estado de São Paulo, na medida em que o coral se apresenta em diferentes locais da metrópole e região.

O regente André Rodrigo é graduado em Música pela UNICAMP (na classe de regência do Prof. Dr. Carlos Fernando Fiorini) e mestre em Performance em Regência pela USP (orientação Prof. Dr. Marco Antonio da Silva Ramos). Foi aluno participante do VI Eric Ericson Masterclass for choral conductors em Haarlem (Holanda) e aluno bolsista da VI Academia de Verano de Pedagogía Musical y Direccíon Coral de Las Palmas de Gran Canaria (prof. Lilla Gábor e Fernando Malvar-Ruiz). Atuou como regente convidado do Projeto Guri com o Grupo de Referência de Lorena, como regente tutor do projeto Canta São Paulo em 2015 e foi regente assistente do Coral Cultura Inglesa (reg. Marcos Júlio Sergl). Atualmente é o fundador e regente do Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo e do Coro d'A Cappella (antigo Coral do Mosteiro) e regente de grupos do Cultura Inglesa Pop Choir.

Miguel Geraldi, tenor, iniciou seus estudos com Gledys Pierri e se aperfeiçoou com Neyde Thomas. Já integrou os grupos Armonico Tributo, Coro Bach e Camerata Antiqua de Curitiba.Foi vencedor do “V Concurso Carlos Gomes” de Campinas, “II Concurso Aldo Baldin” de Florianópolis, e do “III Concurso Internacional  de Canto Bidu Sayão”.Debutou no Theatro Municipal de São Paulo como Alfredo Germont em La Traviata de Verdi em 2001. Atuou junto a importantes orquestras como OSESP, Sinfônica Municipal de São Paulo, Experimental de Repertório, Sinfônica do Paraná e Filarmónica de Bogotá,Orquestra Sinfônica de Chieti ( Itália) sob a regência de maestros como John Neschiling, Walter Polischuk, Ira Levin, José Maria Florêncio, Mario Zaccaro, Jamil Maluf, Emiliano Patarra, Luciano Camargo, Edmundo Hora, Roberto Di Regina, Reynaldo Censabela e Alessandro Sangiorgio, Hirofumi Yoshida ( Japão) , Gioigio Paganini, Roberto Duarte, Abel Rocha ,Daisuke Soga ( Japão) dentre outros de renomada importância. Protagonizou as óperas L’Elisir D´amore, Rita e Poliuto de Donizetti ,La Bohème, Gianni Schicchi  e  Turandot de Puccini,   Rigoletto e La Traviata  , de Verdi, Cecilia de Licinio Refice ,Loreley, de Catalani, Carmina Burana de Carl Orff e  Viúva Alegre de Léhar, D. Jose, na Carmen de Bizet, Arlecchino, no Pagliacci de Leoncavallo ,  Magdalena de Villa-Lobos.

Officina da Memória é um espaço destinado a execução de trabalhos com ações na direção da Conservação e Restauração. Este atelier que resgata valores patrimoniais, tem o empenho de seguir todas as normas internacionais éticas em relação ao bem tratado, seja móvel, imóvel ou integrado. Figuram nas atividades da Officina, trabalhos sob a coordenação, intervenção e participação da Profa. Especialista em Arte Sacra, Titina Corso, sob contratação de clientes, parceiros, museus, antiquários ou colecionadores.

Durante 30 anos a profissional se dedica aos estudos das artes plásticas, da educação e da conservação do patrimônio

Titina Corso é artista plástica e educadora híbrida, desenvolvendo pesquisa e projetos temáticos, com olhares especiais voltados ao contato com o período Barroco, transdisciplinar nas Artes e educação patrimonial. Stricto Sensu em TIC na educação, Latu Sensu em Metodologia no Ensino Superior, graduada em Pedagogia e em Artes Plásticas. Realizou diversos cursos profissionalizantes na Sociedade Brasileira de belas Artes (RJ) e Parque Lage (RJ), tendo frequentado ainda a graduação da EBA-UFRJ e extensão artística na Universidade de Évora (Portugal). Atualmente é Professora especialista no Museu de Arte Sacra de São Paulo, exercendo atividade constante como Conservadora e Restauradora de Obras de Arte, especializada em Arte Sacra na execução e coordenação de diversos projetos do Patrimônio Público Nacional e coleções particulares, atuando também como restauradora e orientadora artística em seu próprio atelier. Na perspectiva acadêmica direciona sua experiência na área artística, com ênfase em Artes Visuais, atuando em planos de poéticas híbridas nas linguagens bi e tridimensional bem como nas intervenções urbanas. Observando a linha de pesquisa para a criatividade; transdisciplinaridade; TIC´s e também a educação especial e brinquedos educativos. Sua construção monográfica de mestrado conversa com fragmentos ancorados na memória, sussurros que percebidos, travam contatos com o sujeito e a aprendizagem transdisciplinar.

Titina Corso
Titina Corso

Em novembro de 1993 toma posse na Academia de Letras e Artes de Paranapuãn (ALAP) considerada Utilidade Pública sob a Lei nro 1644 de 27/12/1990, no Auditório da Academia Brasileira de Letras, ocupa a cadeira nº 19, sob patronímica de Antônio Parreiras, duas Moções Culturais pela Câmara Municipal do Rio pelos trabalhos prestados à cultura, estabelecendo-se desde então como assessora Cultural da Academia, atualmente sob a Presidência atual da ALAP de Marice Prisco. Em 1996, é selecionada por convite da União Católica dos Artistas Italianos para expor seus trabalhos na Galeria La Pigna propriedade da administração do Vaticano em Roma - Itália, uma de suas obras neste evento, passa a integrar o acervo artístico do Vaticano, a obra intitula-se "Só Cristo". Em 1997, transfere sua moradia para o Estado de São Paulo, desde então atuando na área Cultural e Artística deste Estado, onde atua na área docente das artes, produzindo ainda inúmeros trabalhos artísticos, em seu Atelier onde ministra aulas de desenvolvimento para profissionais da área e desenvolve seus projetos de arte bem como as de restauro até a data atual.

Em 2000, expõe em Paris - Galeria Everarts na comemoração "Brèsil 500 ans" e no Líbano onde recebe a Medalha de Ouro artística Internacional. Em 2011, participa do Circuito Internacional de Arte Brasileira que percorre a Áustria, Évora, Madri e Belo Horizonte. Em Évora, desenvolve ainda mais seus conhecimentos artísticos em um curso de extensão em Artes Plásticas - Desenvolvimento da cor, na Universidade de Évora. É ainda através deste curso que tem um de seus trabalhos desenvolvidos dentro da UÉ, selecionado para aderir ao Projeto Utopia Azul. Atualmente coordena o projeto de réplicas 3D do Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Ficha técnica:

Quintas Culturais no Divino
Direção: Miguel Geraldi

Igreja do Divino Espírito Santo
Pároco: Padre Valmir Neres de Barros
Apoio: Museu de Arte Sacra de São Paulo

Restauro: Officina da Memória
Restauradora responsável: Titina Corso

Site: http://igrejadivinoespiritosanto.com.br/

Crédito das fotos:
Adelia Issa e Edelton Gloeden – Crédito Paulo Barbagli
Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo – Divulgação
Igreja do Divino Espírito Santo – Crédito Ana Corso
Ana Corso restaurando na Igreja do Divino Espírito Santo -Credito Officina da Memória

Serviço:
Dia 19 de dezembro, quinta-feira, às 19h30
Quintas Culturais no Divino
Adélia Issa (canto) e Edelton Gloeden (violão)
Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo - regência de André Rodrigo

Local: Igreja do Divino Espírito Santo
Rua Frei Caneca, 1047 - Bela Vista SP
São Paulo/SP – CEP: 01307-003
(11) 3285-4483

Ingressos: R$ 20,00 (e meia-entrada)

Lotação: 350 lugares
Classificação indicativa: Livre
Duração: 90 minutos

Tia Cida dos Terreiros

No dia 4 dezembro (quarta, às 20h30), na semana em que se comemora o Dia do Samba (2/12), o Bar do Alemão recebe uma edição ao vivo do projeto O Samba Pede Passagem, do radialista Moisés da Rocha. E a convidada da noite é veterana sambista Tia Cida dos Terreiros. 

A apresentação segue o formato do programa idealizado, produzido e apresentado por Moisés (rádios Capital e USP FM), reconhecido pesquisador e produtor cultural. Esta é uma edição especial de O Samba Pede Passagem, na qual os fãs do programa e da cantora podem acompanhar tudo de pertinho. Entre um bloco musical e outro, o apresentador conduz um papo descontraído com Tia Cida sobre sua história no universo do samba.

Tia Cida, 79 anos, é assistente social aposentada. Paralelamente a esse ofício, desenvolveu um importante trabalho cultural no bairro São Mateus que a consagrou como personagem fundamental na preservação e renovação do samba na periferia paulistana. Nesta noite repleta de música e memórias, Tia Cida canta acompanhada por um trio de instrumentista oriundos do bairro de São Mateus.

A sambista é filha do cantor e compositor Blecaute, conhecido também pela alcunha de “general da banda”. Se estivesse vivo comemoraria seu centenário de nascimento no dia 5 de dezembro de 2019.

Serviço

Show/bate-papo:

O Samba Pede Passagem - Moisés da Rocha convida Tia Cida dos Terreiros
4 de dezembro. Quarta, às 20h30
Ingresso: R$ 15,00. Duração: 3h

Bar do Alemão
Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Reservas pelo Whatsapp: (11) 99814-2808
Abertura do bar: 18h. Capacidade: 46 lugares
Aos menores de 18 anos a casa não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (preço único c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.

Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao

Roberto Seresteiro

O paulista Roberto Seresteiro apresenta-se no dia 17 de novembro, domingo, no Bar do Alemão, às 19h30. O show é recheado de serestas e gêneros musicais afins, fruto de quase duas décadas de pesquisa dedicadas à valorização deste repertório, que teve início ainda em sua adolescência.

Seresteiro, com seu carisma e timbre lapidado, canta acompanhado pelos instrumentistas Guilherme Girardi (violão) e Cléber Silveira (acordeom). O show conta ainda com canjas de outros músicos e cantores, amigos de Roberto.
Nascido em Piracicaba, SP, Roberto Seresteiro canta desde criança, incentivado pelo avô, Amando Saglietti, um colecionador de discos e livros que o estimulou a apreciar a música popular brasileira, principalmente da chamada "época de ouro". Na adolescência, passou a frequentar rodas de choro, samba e seresta. Começou a cantar profissionalmente aos 19 anos, em 2003, na Noite de Seresta, evento promovido pela prefeitura. Desde então, apresenta-se regularmente em todo o estado de São Paulo. Seu repertório é formado, principalmente, por gêneros tradicionais da música popular brasileira como valsa, seresta, canção, modinha, choro e samba. Seu estilo peculiar de canto, que lembra os velhos tempos, somados ao repertório característico e ao carisma, lhe valeu o apelido de "Seresteiro".

Roberto já se apresentou ao lado de artistas como Inezita Barroso, Dóris Monteiro, Dona Inah e Cauby Peixoto. Entre os shows que apresentou estão O Choro e Sua História (2009), ao lado do regional Izaías e Seus Chorões e Orestes Barbosa - O Poeta da Canção (2013), em homenagem aos 120 anos do nascimento do compositor e poeta. É jornalista e ministra palestras e cursos sobre a história da música popular em centros culturais e universidades. Também é apresentador e produtor do programa Espaço Seresta, na Educativa FM, de Piracicaba.

Serviço

Show: Roberto Seresteiro
Dia 17 de novembro. Domingo, às 19h30
Ingressos: R$ 30,00. Reservas pelo WhatsApp: (11) 99814-2808
Capacidade: 40 lugares. Duração: 2h

Bar do Alemão
Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Abertura da casa: 18h.
Aos menores de 18 anos a casa não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (preço único c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.
Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao

concerto

O repertório do concerto inclui as obras de John Francis Wade, Franz Gruber e Modest Mussorgsky

No próximo dia 13 de dezembro (sexta-feira), a Reitoria promove seu tradicional Concerto de Natal, a partir das 12h30, no Auditório do Centro de Difusão Internacional (CDI), no campus da USP em São Paulo.

Neste ano, o evento contará com a apresentação da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) e da Orquestra de Câmara da USP (Ocam), com a participação do tenor Jean William Silva.

O repertório do concerto inclui as obras Adeste Fideles, de John Francis Wade; Noite Feliz, de Franz Gruber; e Quadros de uma Exposição, de Modest Mussorgsky e orquestração de Maurice Ravel.

Jean William Silva estudou Canto e Arte Lírica na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Sua voz já pôde ser ouvida em inúmeros concertos ao redor do mundo, numa carreira que progrediu com orientação do maestro e pianista João Carlos Martins. Em 2013, milhões de pessoas assistiram ao tenor quando ele cantou para o papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro.

A Ocam é um dos principais organismos artísticos da USP. É referência no âmbito das orquestras profissionalizantes do País, caracterizando-se por sua marcante qualidade de desempenho musical, pela abrangência de sua programação e pela concepção arrojada com que desenvolve sua proposta artística. Criada em 1995 pelo maestro Olivier Toni, a Ocam é integrada por alunos do Departamento de Música da USP e dos cursos de extensão universitária. É dirigida pelo maestro Gil Jardim desde 2001.

Fundada em 1975, a Osusp é um órgão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária e tem como objetivos principais divulgar a música sinfônica e de câmara, inovar em propostas educacionais e artísticas, estimular a formação de público e, sobretudo, promover a interação entre o saber produzido na Universidade e a sociedade. Com ampla programação, que inclui concertos sinfônicos e camerísticos, a orquestra está presente nas salas de concerto e nas unidades de ensino e institutos especializados ligados à Universidade, nos vários campi da USP. Já realizou turnês nacionais e internacionais, lançou oito álbuns, organizou concursos de composição, participou de montagens de óperas e se apresentou com celebrados regentes e solistas do Brasil e do mundo.

O Concerto de Natal é gratuito e aberto a toda a comunidade acadêmica. O Auditório do CDI está localizado na Avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues s/n°, na Cidade Universitária, em São Paulo.

Adriana Cruz
Jornal da USP

NOtícias Dum Brasil

O Notícias Dum Brasil – grupo criado por Eduardo Gudin para acompanhá-lo em discos e apresentações – apresenta-se no dia 1º de dezembro, domingo, no Bar do Alemão, às 19h30. Atualmente, o grupo é formado por Cezinha Oliveira (voz e violão), Karine Telles (voz), Mauricio Sant'Anna (voz e violão), Léla Simões (voz) e Jorginho Cebion (percussão).

O show, homônimo, traz no repertório, entre outras, músicas do CD Eduardo Gudin & Notícias Dum Brasil 4, lançado em 2015. Entre elas “Olhos Sentimentais” (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro), “Tempo de Espera” (E. Gudin e P. C. Pinheiro), “Meu Delírio” (E. Gudin e Carlinhos Vergueiro) e “De Todo Meu Violão” (E. Gudin e Maurício Sant'Anna).

Outras canções de Gudin completam o roteiro: “Ainda Mais”, “Paulista” (parceria com Costa Netto) e “Mordaça” (com Paulo César Pinheiro).

Criado, em 1995, pelo músico e compositor paulistano para acompanhá-lo em seus shows, o grupo Notícias Dum Brasil, que está em sua quarta formação, sempre contou com intérpretes de inquestionável talento como Renato Braz, Mônica Salmaso, Fabiana Cozza e outros.

Serviço

Show: Notícias Dum Brasil
1º de dezembro. Domingo, às 19h30
Com: Cezinha Oliveira, Karine Telles, Léla Simões e Mauricio Sant’Anna
Ingresso: R$ 45,00. Duração: 2h

Bar do Alemão
Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Reservas pelo Whatsapp: : (11) 99814-2808
Abertura da casa: 18h. Capacidade: 46 lugares
Aos menores de 18 anos a cas não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (preço único c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.
Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao

Fátima Guedes

A cantora, compositora e violonista carioca Fátima Guedes apresenta, no dia 12 de novembro, terça-feira, o show solo O Poder da Lira no Bar do Alemão, às 21 horas.

Artista de timbre singular e interpretação personalíssima, Fátima comenta sobre a apresentação: "No palco, sozinha com Deus e meu violão, vou falar da minha vida de compositora popular, contar a historia de algumas canções e alguns casos. No repertório estão coisas antigas e musicas novas num bate papo divertido numa conexão que, tenho certeza, vai perdurar para além do encontro no Bar do Alemão".

Entre as canções do show estão: “Avassalador”, “Domingueira”, “Condenados”, “Peça Desculpas”, “Minha Nossa Senhora”, “Cheiro de Mato/Chuva Sertaneja”, “O Resto do Resto”, “A Vida que a Gente Leva”, “Poder da Lira”, “Flor de Ir Embora”, “Faca”, “Coisa de Mãe”, “Sem Saída”, “Onze Fitas” e “Arco-Íris”.

Fátima Guedes começou a compor aos 15 anos, em 1973, e logo aos 18, ganhou o Festival de Música da Faculdade Hélio Afonso, com "Passional". Em 1978, sua canção "Onze Fitas" foi gravada por Elis Regina e fez parte da trilha sonora da peça de teatro "O Dia da Caça", de José Louzeiro. Em 1979, Fátima assinou contrato com a gravadora Odeon, que lançou seus três primeiros discos. O primeiro sucesso da cantora foi "Mais uma Boca" (1980), que concorreu no Festival MPB - Shell. O álbum Coração de Louca (1988) foi um dos primeiros do selo independente Velas, pelo qual Fátima lançou mais três discos: Pra Bom Entendedor... (1993), Grande Tempo (1995), que teve duas canções indicadas ao extinto Prêmio Sharp, e Muito Intensa (1999). Outros trabalhos gravados por Fátima que merecem destaque são: Luzes da Mesma Luz (2001, com Eduardo Gudin), Pra Bom Entendedor (2001), Outros Tons (2006), Ao Vivo - Alaíde Costa & Fátima Guedes (2011) e Transparente (2015). Suas músicas integram diversas compilações, além de terem sido gravadas, além de Elis, por nomes como Simone, Maria Bethânia, Jane Duboc, Joanna, Zizi Possi, Mônica Salmaso, Leila Pinheiro, Ney Matogrosso e Nana Caymmi.

Serviço

Show: Fátima Guedes

Dia 12 de novembro. Terça, às 21h
Ingressos: R$ 30,00. Reservas pelo WhatsApp: (11) 99814-2808
Capacidade: 40 lugares. Duração: 2h

Bar do Alemão
Av. Antártica, 554 - Água Branca, São Saulo/SP.
Tel: (11) 3862-5975. Abertura da casa: 18h. Capacidade: 46 lugares
Aos menores de 18 anos a cas não serve bebida alcoólica.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (preço único c/ carimbo do bar) - Av. Antártica, 519.
Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao