Artes Plásticas

Ju Violeta e Mag Magrela

Ação foi realizada como parte da programação do Dia Internacional das Mulheres com Arte

As paredes externas do Espaço das Artes, antiga sede do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, ganharam novas cores, vida e voz com um painel feito pelas grafiteiras paulistanas Ju Violeta e Mag Magrela. A ação, apoiada pelo Escritório USP Mulheres, foi realizada como parte da programação da Semana de Artes HeForShe, evento global organizado pela ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas que busca promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino.

As artistas, que juntas somam quase duas décadas e meia grafitando, contam que viram o convite para representar o grafite paulistano no Dia Internacional da Mulher

Diario de Anita Malfatti

Caderno reencontrado em arquivo do IEB traz desde exercícios de geometria até o relato da primeira exposição da pintora

“Trinta de maio foi sábado e dele só me lembro quando ao lusco-fusco apareceu Freitas Valle com todos seus satélites, sendo os principais Zadig e Elpons (…) quando mamãe perguntou se ele gostava do retrato de Georgina, disse ele – Minha senhora, não se ofenda se sou franco, mas esse quadro está crivado de erros, o desenho é fraco e é um carnaval de cores. O valor artístico não tem nenhum”, narra Anita Malfatti em seu caderno recentemente reencontrado no arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP.

O trecho se refere à recepção

ceramica

Diferentemente dos trabalhos pelos quais o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) é contratado normalmente, envolvendo indústrias e produção em larga escala, a equipe da Seção de Recursos Minerais e Tecnologia Cerâmica finalizou em dezembro de 2016 um projeto para a prefeitura de Cunha envolvendo a identificação de depósitos e a caracterização de matérias-primas para a produção de massas de cerâmica artística na cidade. A abordagem, segundo o pesquisador Marsis Cabral Junior, consistiu basicamente em “usar a tecnologia para subsidiar o desenvolvimento da atividade artística”.

Cunha, município a pouco menos de 250 quilômetros da capital paulista, entre as montanhas do Vale do Paraíba e o litoral norte do estado, é um dos principais polos de

Roberto Freire e Joao Carlos Ferraz

A Fundação Bienal de São Paulo irá promover, em 2017, bienais itinerantes em diversas cidades do Brasil e do exterior. O anúncio foi feito pelo presidente da Bienal, João Carlos Ferraz, durante reunião com o ministro da Cultura, Roberto Freire, nesta segunda-feira (6). Ferraz, que estava acompanhado do vice-presidente da Bienal, Eduardo Saron, convidou Freire a participar da abertura das edições especiais, que serão realizadas ao longo do ano.

O projeto irá levar alguns recortes da Bienal Incerteza Viva, apresentada em 2016, que tinha como proposta a reflexão sobre as atuais condições da vida e as estratégias oferecidas pela arte para o "acolhimento das incertezas".  "Cada bienal tem um curador que, com o seu

Museu Casa da Xilogravura

Fundado por Antonio F. Costella, professor da ECA- USP, o Museu Casa da Xilogravura reúne obras de mil artistas

É um sonho que foi sendo impresso aos poucos, com o mesmo cuidado de uma xilogravura. Quando via os seus desenhos e os de outros artistas na parede da sala de sua casa, Antonio Fernando Costella – artista, jornalista e professor da Escola de Comunicações e Artes da USP – ficava imaginando como seria importante ter um lugar próprio que acolhesse e divulgasse a arte dos gravadores.

A ideia foi sendo desenhada aos poucos até que o professor resolveu tirar a arte do papel. Decidiu transformar a sua própria residência no Museu Casa da Xilogravura.

Anita Malfatti

Desaparecido desde a década de 80, documento foi achado no acervo da artista gráfica Emilie Chamie, ainda sem catalogação no instituto

O diário de Anita Malfatti (1889-1964), que estava desaparecido desde a década de 80, foi reencontrado neste mês no acervo do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP. O documento estava na caixa 28 do arquivo do casal Emilie e Mário Chamie, doado ao instituto no ano passado, que ainda está sem catalogação. A descoberta foi feita pelo pesquisador Carlos Pires, que consultava aquele arquivo para elaborar um projeto de pós-doutorado. “Estamos muito contentes com essa novidade”, comemora a chefe do Serviço de Arquivo do IEB, Elisabete Marin Ribas.

A trajetória do diário é incerta.

Tarsila do Amaral

Um importante ponto de encontro de artistas, críticos, jornalistas que movimentou a história da cultura paulistana está de volta. Setenta anos depois de sua fundação, a Galeria Domus, que impulsionou a arte na metrópole, é lembrada em livro e exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Com a autoria e curadoria de José Armando Pereira da Silva, a edição e a mostra reúnem obras de Tarsila do Amaral, Lívio Abramo, Alfredo Volpi, Mario Zanini. Aldo Bonadei, Tomoo Handa, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Rebolo, entre outros. E documentam também a participação dos críticos Maria Eugênia Franco, Sérgio Milliet, Ciro Mendes e Lourival Gomes Machado, do jornal O Estado de S. Paulo.

A mostra

Revista ARS

A publicação tem como objetivo contribuir com o debate cultural da arte para além dos muros da Universidade

O Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP acaba de lançar o último número da revista semestral ARS (volume 14, número 18, 2016).

A publicação se dedica a reunir trabalhos relevantes no debate da arte produzidos dentro e fora do ambiente acadêmico. Os artigos desta edição trazem, entre outros assuntos, uma discussão sobre as polêmicas e os problemas em torno da representação do Holocausto a partir de três ensaios de Georges DidiHuberman, a apresentação do trabalho de um grupo da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) que

museu paulista

Publicação traz análises de obras de arte, movimentos artísticos e artigos teóricos sobre preservação de patrimônio cultural

A revista Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, publicação semestral do Museu Paulista (MP) da USP, lançou uma nova edição (volume 24, número 3, 2016).

Este número traz artigos sobre obras de artistas como os franceses Jacques-Louis David e Jean-Baptiste Debret, a sacralização feminina nas imagens marianas de marfim, além de análises sobre a preservação de patrimônio cultural.

A edição completa pode ser lida neste link

Mais informações: (11) 2065-8034 ou e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Com mostra retrospectiva, a professora e pesquisadora da USP volta a ocupar o museu onde inaugurou sua carreira

Convidada a voltar ao mesmo lugar onde, em 1982, inaugura sua carreira com a individual Objetos e interferências, a artista plástica Ana Maria Tavares – que, atualmente, é professora do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pesquisadora do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da mesma instituição – ocupa a Pinacoteca do Estado de São Paulo pela segunda vez, com a exposição retrospectiva No lugar mesmo

Para a artista*, voltar a expor no museu é como “revisitar o presente, carregado de passado, a partir do lugar

Ivens Machado

Visuais apresenta primeira parte do mapeamento do processo produtivo do artista

O Acervo Ivens Machado já está disponível na internet, no endereço www.acervoivensmachado.com.br. Trata-se da primeira parte do mapeamento da obra do artista. Contemplado com o Programa de Estímulo às Artes Visuais 2015 e criado em 2016, o projeto tem por finalidade cuidar, preservar, restaurar, promover, publicar, produzir e difundir a produção e a memória de Ivens. O material está dividido em instalação, desenho, escultura, fotografia, gravura e vídeo.

A escolha do projeto para o Programa se deu por meio de curadoria, composta por Ana Linnemann, Fernando Cocchiarale, Luiza Interlenghi, Maria Fátima Gonçalves Pinheiro e Sonia Salcedo. A equipe curatorial considerou a importância da