Artes Plásticas

Centro Cultural da USP em Bauru

Até 28 de abril, campus da USP de Bauru expõe 12 telas que mostram a paisagem marinha, criadas pela artista bauruense Ana Carla Serra

Fundo do Mar é o nome da exposição da artista plástica Ana Carla Serra, em cartaz no Centro Cultural do campus da USP em Bauru. Até 28 de abril, estão expostos ali 12 quadros de Ana Carla, produzidos em estilo moderno, com duas técnicas em acrílico e óleo. O evento é uma promoção do projeto Atelier & Arte, da Seção de Eventos Culturais da Prefeitura do Campus USP de Bauru (PUSP-B).

A exposição leva o observador a um mergulho no fundo do mar, onde se pode apreciar as belezas da

cabeca de Bandeirantes

A Pinacoteca apresenta a experiência sensorial de estar em São Paulo na exposição “Metrópole: Experiência Paulistana”

Uma cabeça gigante, decapitada, está ali na porta da Pina Estação. No chão, de lado… O sujeito não é um cidadão e, muito menos, comum. Cabelos cacheados, barba, nariz afinado lembram um europeu. Foi pensando nos bandeirantes, citados na história de São Paulo como “heróis desbravadores”, que o escultor Flávio Cerqueira decidiu fazer uma intervenção. Esculpiu uma cabeça em bronze, de 800 quilos e 25 metros de diâmetro, inspirada no perfil dos tais sertanistas homenageados em monumentos – Borba Gato é um deles – e resolveu transformá-los em anti-heróis. “Decapitou” os bandeirantes do corpo da história e tombou uma

pedra no ceu idealizada por Paulo Mendes da Rocha

O prédio do Mube, idealizado pelo professor da USP, está entre os dez destaques da arquitetura brutalista mundial

A sensação de quem entra no Mube é a de ser envolvido por uma bruma. Uma nuvem que passa devagar, como se transportasse os visitantes para o céu. Essa abordagem poética faz parte da instalação No Ar, da artista Laura Vinci – uma das obras de arte que estão, desde o início do mês, dialogando com a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e um dos arquitetos mais premiados no Brasil e no exterior.

É essa conversa entre arte e arquitetura que a exposição Pedra no

Karin Philippov

Religioso transformou igrejas e coordenou grupo de artistas, entre os quais Benedito Calixto

Dom Duarte Leopoldo e Silva (1867-1938), o primeiro arcebispo da cidade de São Paulo, foi um mecenas da arte religiosa que transformou os templos católicos da capital paulista no começo do século passado. A maneira como planejou a demolição de igrejas e a construção de outras, com a preservação das obras de arte, e principalmente como trabalhou com um grupo de artistas, entre eles Benedito Calixto (1853-1927), foi tema de um estudo de doutorado desenvolvido no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, sob orientação da professora Claudia Valladão de Mattos Avolese.

A pesquisadora Karin Philippov investigou especialmente a

Paulo Mendes da Rocha

Em cartaz no Mube entre 1º de abril e 2 de julho, a mostra “Pedra no Céu” traça paralelos entre a arte e a arquitetura do arquiteto da USP

Pedra no Céu é o nome da exposição em homenagem ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha que o Museu Brasileiro da Escultura (Mube) promove de 1º de abril a 2 de julho. Serão apresentadas mais de 50 obras de 25 artistas que de alguma forma dialogam com a obra do arquiteto – entre eles, Amilcar de Castro, Carmela Gross, Cildo Meireles e Nuno Ramos. Na abertura da exposição, às 11 horas do dia 1º de abril, sábado, será exibido o documentário Tudo é Projeto, da cineasta

Trabalho de Elena Rotta

Obras podem ser vistas de 4 a 20 de abril

A exposição 'A poética da chuva', da artista plástica Elena Rotta, está no Espaço Cultural da Reitoria da Unesp, em São Paulo, SP, de 4 a 20 de abril. A curadoria e texto crítico são de Oscar D'Ambrosio.

A realização é uma parceria da Unesp, Sinapesp - Sindicato Nacional dos Artistas Plásticos, Pró-reitoria de Extensão Universitária, Assessoria de Comunicação e Imprensa e Comitê de Artes e Cultura da Unesp.

Texto crítico

A poética da chuva

A chuva é um desafio plástico. A sua intensidade e mescla de delicadeza e força a torna complexa em termos de representação visual, pois existe sempre o receio de não

Fernando Lindote - Lusus Naturae

Museu de Arte Contemporânea reúne nove artistas de diferentes regiões em uma mostra que discute os desígnios da contemporaneidade

Apresentar os diferentes caminhos da arte contemporânea brasileira é o desafio da mostra Os desígnios da arte contemporânea no Brasil que está sendo apresentada no segundo andar do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. Um desafio que o curador José Antonio Marton propõe reunindo o trabalho de nove artistas de diferentes regiões do Brasil. “São trabalhos que, apesar da diversidade de paisagens, dialogam entre si e questionam o público”, explica.

A reflexão sobre os movimentos da sociedade se fundem na arte de Alan Fontes, Ana Prata, Fernando Lindote, James Kudo, Paulo Almeida, Rodrigo Bivar,

Silvia Gottardo e suas pecas em ceramica

Abertas até 31 de março, duas mostras na USP de Bauru expõem trabalhos de artistas da região

O campus da USP em Bauru apresenta até o dia 31 de março duas exposições de arte. Uma delas é O Mundo das Mil-Coisas, que exibe 11 quadros do artista plástico Richard Mattar. A outra mostra recebe o nome de Terra com Fogo e apresenta 100 peças em cerâmica criadas pela também artista plástica Silvia Gottardo.

Os quadros de Mattar são pinturas sobre papel em grafite, giz pastel a óleo, guache, acrílico, aquarela e caneta. O artista descreve seu estilo como “realista contemporâneo”, porque busca contemplar as coisas ao seu redor e deixar que os objetos e a

Africa Negra

Exposição vai até 19 de abril no saguão da Biblioteca Central da Unicamp

Trinta peças relacionadas à história e aos costumes de países que compõem a chamada “África Negra”, como Nigéria, Angola, Cabo Verde e Costa do Marfim, permanecerão expostas até o dia 19 de abril no saguão da Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL) da Unicamp. A mostra, intitulada “África: memória e identidade”, é organizada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) da Universidade. Os objetos (máscaras ritualísticas, tecidos, objetos de decoração, entre outros), fazem parte do acervo do Instituto Cultural Babá Toloji, localizado no Jardim São Vicente, em Campinas. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 23h.

O Pairado image

O russo Fyodor Pavlov-Andreevich busca chamar a atenção para a escravidão e o racismo com a mostra “Monumentos Temporários”

Para recordar a dor e a humilhação daqueles que foram e que ainda são escravizados nos dias de hoje, o artista russo Fyodor Pavlov-Andreevich levará seu corpo ao limite na abertura de sua exposição “Monumentos Temporários”, no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, no Parque Ibirapuera.

O artista se pendurará no topo do museu por sete horas, a uma altura de 40 metros, segurando uma longa faixa que adverte o público sobre o vínculo entre a escravidão e o racismo. A apresentação acontecerá no dia 1º de abril, sábado, das 14h às 21h.

 

coqueiro
Temporary monument #1: Coqueiro – Foto: Igor Afrikyan

Sergio Lucena: Deserto

De 25 de março a 30 de julho, o Museu de Arte Contemporânea da USP reúne nove artistas numa mostra sobre a arte contemporânea no Brasil

Os questionamentos sobre os caminhos da arte no Brasil são o foco do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. A partir deste sábado, dia 25, nove artistas de diferentes regiões do Brasil vão estar reunidos na mostra Os desígnios da arte contemporânea no Brasil.

O curador José Antonio Marton selecionou pintores com uma caligrafia própria. “A mostra, no entanto, reúne também jovens artistas”, esclarece. “Eles escolhem a tela como seu principal suporte e vêm sendo muito procurados pelos colecionadores, galeristas e críticos encarregados dos principais prêmios de