Artes Plásticas

Caricatura do Barão do Itaim

Mostra no Museu Republicano Convenção de Itu da USP começa neste sábado, dia 24 de fevereiro

Neste sábado, dia 24 de fevereiro, o Museu Republicano Convenção de Itu da USP, em parceria com o Museu e Arquivo Histórico Municipal de Itu, inaugura a exposição Itu e seus Moradores nas Caricaturas de Pery Guarany Blackman. A mostra reúne obras representando moradores ituanos da primeira metade do século 20.

Para confeccionar as caricaturas, todas sobre papel, Blackman utilizou diferentes técnicas, como grafite, aquarela, nanquim e bistre. Os desenhos retratam as mais diversas personalidades da cidade interiorana — fazendeiros, jornalistas, advogados, professores, médicos, maestros, músicos, dentistas, pirotécnicos, farmacêuticos e comerciantes —, muitos deles amigos pessoais do artista.

À direita, A Negra (1923), durante montagem da exposição no MoMA

Universidade contribui para a primeira exposição individual da artista no Museu de Arte Moderna de Nova York

Em sua primeira exposição individual nos Estados Unidos, Tarsila do Amaral (1886-1973) viaja em companhia da USP. Em cartaz no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) até 3 de junho, a mostra Tarsila do Amaral: Inventing Modern Art in Brazil reúne mais de 120 itens, entre telas, desenhos, fotografias e documentos ligados à pintora modernista. Parte dessa coleção vem do Museu de Arte Contemporânea (MAC) e do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), ambos da USP.

Centrada na produção da artista durante a década de 1920, período em que realizou seus trabalhos mais celebrados, a exposição passou

Pintura do gênio renascentista é consequência de sua original concepção de natureza, afirma o professor da USP

O processo criativo de Leonardo da Vinci (1452-1519) se inicia com o olhar “ingênuo” sobre a natureza, passa pelo estudo rigoroso das imagens vistas e termina com as projeções do artista, que cria novas formas a partir da análise dessas imagens. Essa descrição dos fundamentos da arte do mestre renascentista está no livro Arte e Conhecimento em Leonardo da Vinci, que o Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, crítico literário e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) Alfredo Bosi acaba de publicar pela Editora da USP (Edusp).

Com 88 páginas, a

Obra O Café, de Portinari

A partir desta sexta-feira, dia 8, exposição com reproduções de obras de Candido Portinari promove a acessibilidade

Obras de arte geralmente são apreciadas utilizando-se apenas um dos cinco sentidos humanos, a visão. Mas, a partir desta sexta-feira, dia 8 de dezembro, às 17h30, uma exposição no Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados – Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP vai permitir aos visitantes utilizar os cinco sentidos para interagir com uma seleção de reproduções de obras de Candido Portinari.

Mostra Todos os Sentidos é gratuita e proporcionará a experimentação de elementos representados em diversos quadros do pintor. Será possível, por exemplo, sentir o cheiro do café retratado na obra O Café ou mesmo

Obra em exibição na exposição Ateliês, a Magia da Arte Cerâmica

Até 29 de novembro, mostra exibe trabalhos produzidos por ateliês de São Paulo e de outras regiões do Brasil

A cerâmica vem acompanhando a história do homem, deixando pistas sobre civilizações e culturas que existiram há milhares de anos antes da era cristã. Ela nasceu no momento em que o homem começou a utilizar-se do barro endurecido pelo fogo. Para mostrar essa evolução e apresentar trabalhos inéditos, a Galeria Renato Wagner do Museu Luiz de Queiroz promove até 29 de novembro uma mostra de arte cerâmica que conta com a participação de ateliês de cerâmicas de várias cidades do Estado de São Paulo e de outros Estados da federação.

A mostra Ateliês, a Magia da Arte

labirinto

Texto traz a proposta do artista plástico Hélio Oiticica para discutir a produção de um novo pensar artístico no Brasil

A arte de Hélio Oiticica é um legado atemporal, material de pesquisa inesgotável devido à modernidade e contundência de suas criações, discutidas por vários especialistas cujos textos compõem a edição especial da revista ARS, dedicada ao artista plástico brasileiro. Oiticica viveu a época de um movimento transgressor surgido na década de 1960: a contracultura, que se caracterizou pela contestação dos padrões estabelecidos, com a proposta de novos rumos e novos valores para a arte, a cultura, a economia, a política e a sociedade. Nesse contexto, o artigo de Guilherme Wisnik traz a proposta deste artista para

Eternos Caminhantes

Mostra no Museu Lasar Segall aborda a perseguição à arte moderna durante o Terceiro Reich

O Partido Nazista era composto de artistas frustrados. De acordo com o documentário sueco de 1989 Arquitetura da Destruição (dirigido por Peter Cohen), Adolf Hitler era um pintor medíocre com ambições na arquitetura. Joseph Goebbels, ministro da propaganda do Terceiro Reich, escreveu romance, poesia e textos para teatro. Alfred Rosenberg, o grande ideólogo nazista, pintava e se considerava um respeitável escritor e pensador. Baldur von Schirach, líder da Juventude Hitlerista, era tido como um importante poeta.

Assim, não é de se estranhar que, ao assumir o poder, os nazistas entraram no campo de batalha também no mundo das artes. E,

mural

Concluída em 24 de outubro, obra foi construída com a participação de alunos, funcionários e professores

Quando idealizou a construção do monumento Tecnologia, Inovação e Arte, no prédio da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da USP, o artista plástico Marcos Andruchak pensou em retribuir todo o conhecimento que adquiriu durante sua formação. ”Voltar à Poli significa agradecer toda a experiência e apoio que recebi quando aqui tive a oportunidade de desenvolver os meus estudos”, diz Andruchak . Com esse sentimento de gratidão do autor, o mural foi finalizado no dia 24 de outubro.

Andruchak conta que foi convidado pelo professor Antônio Zuffo, seu orientador de mestrado, para criar a obra na Escola Politécnica. Segundo o

obras de Fukushima

Japonês radicado no Brasil, Tikashi Fukushima foi do impressionismo ao abstracionismo pintando a natureza

Contemplar uma tela de Tikashi Fukushima (1920-2001) é ver o imaterial tornado concreto. Suas pinceladas sobre as estações do ano, as montanhas e o vento não revelam paisagens, mas as emoções do artista diante da natureza. Em cada quadro, recebemos o convite para vislumbrar o mundo a partir das sensações que Fukushima só podia transmitir pela pintura.

Uma seleção concisa da obra de um dos pioneiros do abstracionismo no Brasil está à disposição do público até março na mostra Quando os ventos sopram cores, no Solo Sagrado de Guarapiranga, com curadoria da jornalista e crítica de arte do Jornal da USP,

Lisbeth Rebollo Gonçalves

Professora da USP assumiu a presidência da entidade no dia 17 de novembro, em cerimônia realizada em Paris

“É um grande desafio estar encarregada da direção da Associação Internacional de Críticos de Arte (Aica), na qual existe uma rica diversidade cultural, reunindo 64 seções nacionais e 95 países, num total de mais de 4.500 associados.” Com esse depoimento, Lisbeth Rebollo Gonçalves assumiu a presidência da Aica, numa solenidade realizada no dia 17 de novembro, no auditório do Centro Georges Pompidou, na França.
É a primeira vez, em 70 anos de atividades, que os integrantes da Aica elegem uma brasileira para ficar à frente da associação. Uma escolha democrática – votaram críticos e pesquisadores do mundo inteiro

Sutra do girassol

Ayao Okamoto volta a fazer uma exposição individual em São Paulo!
Na mostra, com o título Desdobras, o artista apresenta 45 obras produzidas nos últimos cinco anos, sobre diversos suportes. São pinturas sobre tela, pinturas sobre papel, fotografia, monotipia e desenhos.

A exposição tem curadoria de Carlos Zibel e acontece no Espaço Cultural Humanar, na Barra Funda, com abertura em 9 de Novembro de 2017, às 19 horas.

Núcleos expositivos – Desdobras está organizada em três núcleos expositivos, três instâncias de fruição estética, que demandam do espectador diferentes distancias e oferecem experiências e envolvimentos únicos. Elas se somam e se complementam, potencializando os sentidos que as obras contêm e proporcionam melhor compreensão da contribuição do