Artes Plásticas

MAC

Em cartaz até 5 de agosto no MAC, mostra propõe diálogo entre as duas instituições

Neste sábado, dia 26 de maio, às 11 horas, acontece a inauguração da exposição Paradoxo(s) da Arte Contemporânea: Diálogos Entre os Acervos do MAC USP e do Paço das Artes. A mostra é resultado de uma parceria entre o Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP e o Paço das Artes, ligado à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Ela ficará em cartaz até 5 de agosto no MAC (Avenida Pedro Álvares Cabral, 1.301, Ibirapuera, São Paulo).

Com curadoria de Ana Magalhães, do MAC, e de Priscila Arantes, diretora artística do Paço das Artes, a exposição tem como objetivo de promover

Museu Casa da Xilogravura

Publicação traz a relação dos 1.257 artistas que têm obras no acervo do museu

Casa da Xilogravura – Museu e Artistas é o nome do catálogo do Museu Casa da Xilogravura, que acaba de ser lançado. Com 32 páginas coloridas e bilíngue (português-inglês), a obra traz a relação dos 1.257 artistas que têm obras no acervo desse museu inteiramente dedicado à xilogravura, fundado pelo professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Antonio Costella – diretor da instituição até hoje -, na cidade de Campos do Jordão (SP), em 1987.

O catálogo dá uma boa noção da riqueza guardada pela Casa da Xilogravura, que está instalada numa edificação erguida em 1928 e abrigou

exposição Metamorfose

Até 29 de julho, mostras estão em cartaz no Centro Universitário Maria Antonia

Vida: palavra que pode resumir o novo ciclo de exposições do Centro Universitário Maria Antonia (Ceuma) da USP. As três mostras, Subterfúgio, Metamorfose e Inservíveis, que a princípio não se conectam, convergem-se quando o tema é a vitalidade. Com obras que impressionam, o espectador consegue refletir e questionar sobre a existência humana sem deixar de se encantar com as xilogravuras, esculturas e objetos expostos. Com entrada franca, as exposições estão em cartaz até 29 de julho e contam com obras de renomados artistas e de jovens revelações nas artes visuais.

Exposição MetamorfoseExposição Metamorfose – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Do artista plástico paulistano de xilogravura Omar Jee,

Obra em aquarela sobre papel

Em exposição em São Paulo, o artista revela suas impressões na busca do ser

A paisagem em aquarela com uma série de nove desenhos abre a exposição individual de Claudio Mubarac. São fragmentos da passagem do ser pelos caminhos da arte. Nas imagens das pétalas de uma flor, de ossos, sementes, insetos ou de respingos de tinta, o artista e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP parece resgatar as primeiras impressões do gesto da pintura.

O título da exposição, Anatomias de Abril, revela essa busca orgânica de um outro tempo. “A etimologia da palavra ‘abril’ remonta a duas acepções: aprillis, abrir/germinar, e aprus, nome etrusco da deusa do amor e da beleza, Vênus”,

Paulo D’Alessandro

Em cartaz até o final de abril, evento dá acesso a obras que estavam distantes do público há décadas

O Centro Universitário Maria Antonia (Ceuma), órgão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, inaugurou dia 9 de março a exposição Tempo e Arte: Fragmentos. A mostra reúne um conjunto de pinturas, gravuras, fotografias e esculturas que já estiveram presentes em outras exposições do próprio centro cultural em décadas passadas.

A ideia da exposição surgiu logo quando o professor, doutor e atual diretor, José Nicolau Gregorin Filho, assumiu a vice-diretoria do Ceuma, em outubro de 2016. Um dos motivos para a exposição, de acordo com José Nicolau, que também é curador da mostra, é o

Arte Cusquenha

Uma grande mostra de pinturas cusquenhas jamais expostas no Brasil é a nova exposição do Espaço Cultural Humanar. Com início no sábado, 12 de Maio de 2018, às 16 horas, a mostra estará aberta a visitação até 16 de Junho.
Um concerto de música medieval, com o grupo Les Folies, fará parte da festa de abertura.
E no sábado, 19 de Maio, Percival Tirapeli ministra no local a palestra "Arte colonial na América Latina".

Quem se interessa por arte latino-americana dos Séculos XVIII e XIX não pode deixar de ver a grande coleção de pinturas da escola de Cuzco que estará em exposição na mostra "Arte Cusquenha: a pintura colonial andina" – no Espaço Cultural Humanar, entre

A instalação Estilhaço

Em cartaz no Museu de Arte Contemporânea, obras de Josely Carvalho remetem aos cheiros das emoções

Cheiros de perfumes, vinhos, flores, pimenta se espalham pelo espaço entre estilhaços de vidros. Os aromas se misturam e, sob o som forte de algo se quebrando, levam o espectador às suas próprias histórias, remetem à fragilidade dos sonhos. É essa conexão com a memória olfativa que a mostra Diário de Cheiros – Teto de vidro, da artista Josely Carvalho, brasileira radicada em Nova York, propõe no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.

“Os diversos cheiros nos remetem às lembranças”, explica Josely. “O olfato é o meio para resgatar a memória individual e coletiva.” A artista apresenta sua

A exposição Alfredo Volpi, la Poétique de la Couleur, em Mônaco

Principado recebe primeira exposição individual do artista em uma instituição pública internacional

Bandeirinhas infinitas em sequências multicoloridas. Fachadas das ruas do Cambuci recriadas pela imaginação. Mastros de navios sugeridos em movimentos hipnóticos. O vocabulário pictórico inigualável de Alfredo Volpi (1896-1988) ganha sua primeira retrospectiva em uma instituição pública europeia. Até 20 de maio, o Novo Museu Nacional de Mônaco abriga Alfredo Volpi – La Poétique de la Couleur (A Poética da Cor). A exposição acontece ao mesmo tempo em que outra artista brasileira, Tarsila do Amaral, desembarca no prestigiado Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com a exposição Tarsila do Amaral – Inventing Modern Art in Brazil.

Com curadoria de Cristiano Raimondi, a

Corpos d’Água, de André Pardini

Neste sábado, dia 21, às 15 horas, Casa Amarela inaugura mostra que relaciona memória e arte urbana

De 21 de abril a 23 de junho acontece a exposição Flúmen, que reúne trabalhos do artista visual e grafiteiro André Pardini e do artista visual e tatuador Danilo Rocco. Gratuita, a mostra acontece na Casa Amarela da Vila Romana.

A curadoria da exposição ficou a cargo de Adrienne Firmo, professora, pesquisadora e integrante do Grupo Museu/Patrimônio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

A proposta da mostra é criar diálogos entre a memória e as águas da cidade, formando conexões a partir da correspondência de significados, história social, imagens e poéticas. Objetos, instalações, monotipias e desenhos são

Che Guevara

Artista se integra ao cotidiano de São Paulo, numa história que está em cartaz na Caixa Cultural

O retrato com a frase de Che Guevara está logo na entrada da exposição Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica de Claudio Tozzi, na Caixa Cultural São Paulo. Criado em serigrafia, esse mesmo retrato foi reproduzido e colado, pelo próprio artista, nos muros da cidade nas manifestações de 1968. Uma obra em que tentou imprimir a voz dos estudantes que, como ele, então aluno da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, participavam das passeatas contra a ditadura.

“Hoje, 50 anos depois, o mesmo retrato de Che está de frente para a Praça da

"O Olhar", serigrafia sobre papel

Claudio Tozzi volta a fazer uma exposição individual em São Paulo. A exposição, Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica, com uma visão panorâmica da obra gráfica do artista nos últimos 50 anos, acontece na CAIXA Cultural São Paulo, com abertura em 13 de Março, terça-feira, às 19 horas, e visitação até 20 de Maio.

Com curadoria de Manuel Neves, a mostra reúne 93 obras produzidas entre 1968 e 2018 – é a mais completa exposição já realizada sobre a produção gráfica de Claudio Tozzi. Nela pode-se perceber que o artista apresenta soluções técnicas coerentes com cada fase de sua produção pictórica, com utilização de variados processos de reprodução gráfica: serigrafia, xerox, litografia,