Tecnologia

Instalado em um dispositivo eletromecânico, software permite classificar mudas de acordo com potencial de crescimento

Um sistema computacional capaz de analisar imagens de mudas de plantas ornamentais e classificá-las de acordo com seu nível de qualidade já está disponível no país.

Criado para a classificação de mudas de violeta, mas podendo ser adaptado a outras variedades vegetais, o sistema foi desenvolvido pela empresa MVisia, com apoio da FAPESP por meio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). 

“A partir das fotos das mudas, nosso sistema identifica um conjunto de parâmetros que possibilita classificá-las, com até 80% de acerto”, disse o engenheiro Luiz Lamardo Silva, sócio fundador da MVisia, empresa atualmente incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), no campus da Universidade de São Paulo (USP). 

Segundo Silva,

O sistema foi desenvolvido por alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Fatec Zona Leste, sob orientação da professora Cristina Corrêa Oliveira

Está em fase de testes na Central de Transplantes do Estado de São Paulo um software desenvolvido com apoio da FAPESP que poderá encurtar o tempo entre a identificação de um potencial doador de órgãos e a escolha de um receptor compatível.

O sistema foi desenvolvido por alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Zona Leste, sob orientação da professora Cristina Corrêa Oliveira. O trabalho está sendo feito em parceria com os pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Luciana Haddad, Jair Minoro Abe e Alex Cassenote.

“Atualmente, toda a entrada de dados sobre os candidatos a doadores no sistema é

Criptografia embaralha letras, números e símbolos, tornando a comunicação segura

Modelo matemático encontra padrões em sistemas criptográficos, gerando dúvidas na segurança da internet

Os “embaralhamentos” usados em sistemas criptográficos para proporcionar maior segurança em transações na internet podem não ser tão seguros quanto se imaginava. É o que mostra um modelo matemático desenvolvido por um grupo de cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e da Universidade de Gent, da Bélgica. Sistemas criptográficos considerados seguros, não devem apresentar nenhum tipo de padrão, ou seja, não devem dar nenhum tipo de pista sobre a informação “embaralhada” ou a forma como o processo foi feito. Entretanto, o método conseguiu identificar padrões em dados criptografados por algoritmos criptográficos atuais que são utilizados em transações

Responsáveis pelas inovações são jovens estudantes do ICMC

Inovações são desenvolvidas no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), em São Carlos

No Instituto de Ciências Matemática e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, duas iniciativas desenvolvidas na área de aplicativos acabam de ser premiadas. Os responsáveis são todos estudantes, com idades entre 18 e 25 anos, motivados pela vontade de inovar e empreender.

Numa delas, três alunos desenvolveram o projeto 3Pi Unlocker, que visa aumentar a segurança em celulares. O aplicativo permite, por exemplo, que o usuário desbloqueie seu smartphone simplesmente olhando para a tela do dispositivo, ou por meio da realização de uma sequência de movimentos ou de um desenho. É possível, ainda, desativar essas opções quando

O chip Sampa projetado para fazer a leitura de dados de detectores a gás, como o TPC e o Muon Chamber

Pesquisadores do Instituto de Física (IF) e da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estão desenvolvendo um microchip para ser usado em um dos experimentos do maior acelerador de partículas do mundo: o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN), na Suíça.

A segunda versão do protótipo do chip, desenvolvido no âmbito do “Projeto de um Asic de aquisição e processamento digital de sinais para o Time Projection Chamber do Experimento ALICE”, apoiado pela FAPESP, deverá ser concluída no próximo mês

Cavidade óptica em câmera de vácuo mede oscilações sem afetar onda de matéria

Medida é feita pela observação das oscilações de Bloch em onda de matéria de gás atômico ultrafrio

No Instituto de Física de São Carlos (IFSC), pesquisadores desenvolveram o protótipo de um novo tipo de gravímetro atômico, sensor inercial que mede a aceleração gravitacional.  Gravímetros são aparelhos usados em levantamentos gravimétricos de alta precisão ao longo de linhas sísmicas (que indicam a movimentação das camadas do subsolo da Terra), na identificação de estruturas geológicas com reservas de petróleo e gás, no mapeamento de zonas e falhas metamórficas (rupturas nas rochas superficiais da superfície terrestre), no monitoramento da segurança geodinâmica de depósitos de hidrocarbonetos (petróleo e gás), para reduzir danos nas reservas, no monitoramento de ondas de maré

Leque de aplicações potenciais inclui investigação de fenômenos climáticos, monitoramento de florestas e estimativa de produtividade de culturas agrícolas

Um guia sobre os procedimentos necessários para garantir a qualidade e a acurácia das informações fornecidas por satélites acaba de ser lançado por uma equipe de pesquisadores brasileiros.

Trata-se de Calibração de sensores orbitais, produzido por Flávio Jorge Ponzoni (do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe), Cibele Teixeira Pinto (Inpe e Instituto de Estudos Avançados – IEAv), Rubens Augusto Camargo Lamparelli (Universidade Estadual de Campinas – Unicamp), Jurandir Zullo Junior (Unicamp) e Mauro Antonio Homem Antunes (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ).

Resultado de anos de estudo, o livro chega ao público no momento em que crescem as demandas por sensoriamento remoto: para investigação de fenômenos climáticos, monitoramento de florestas,

Carro Elétrico

O segmento de veículos elétricos tem se colocado como uma opção promissora ao se pensar no futuro e novas demandas para a indústria automobilística global. As fabricantes de veículos automotores e fornecedoras de componentes têm reunido esforços na área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para a concepção e produção de veículos mais eficientes, menos poluentes e com menos impactos ao meio ambiente.

Essa indústria vem passando por reestruturação em várias frentes: nas relações entre matriz e subsidiárias; com empresas que estão se integrando a este mercado; na proposição de novos modelos de negócios. Dentre essas transformações, há a incorporação de tecnologias alternativas às tradicionais, que visam derrubar a dependência dos combustíveis fósseis para diminuir

vinho

A Ressonância Magnética Nuclear (RMN) apareceu na vida do pesquisador Luiz Alberto Colnago em 1979, quando cursava doutorado no Instituto Militar de Engenharia, no Rio de Janeiro. Ele desenvolvia um método para monitorar a variação bioquímica que ocorre durante a germinação de sementes. Desde então, a RMN passou a fazer parte de seus trabalhos, principalmente, na Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP), onde atua desde 1986.

O primeiro desafio surgiu ainda no fim da década de 1980: desenvolver um aparelho para analisar o teor de óleo em sementes, sem destruí-las. Colnago recorreu então à Ressonância Magnética Nuclear, descoberta na década de 1940, que já contribuía para o avanço científico e tecnológico em áreas das

O sensor e o galpão experimental onde foram realizados as pesquisas, na Esalq, em Piracicaba: controle do sistema de climatização

Dispositivo pode beneficiar pequenos produtores e incrementar produção

 O ideal num sistema de produção de frangos é que os animais recebam proteção e conforto, liberdade de movimentos, água e alimento com qualidade e em quantidade suficientes, além de livre acesso a comedouros e bebedouros. Esse seria um ideal a ser perseguido nos galpões. Nem sempre isso é possível porque as condições de produção não são as mesmas, visto que também o contexto econômico dos produtores não é o mesmo.

Nesse sentido, uma tese de doutorado da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) acaba de dar um passo além na direção do conforto e na melhoria da produção nos aviários. O autor, Alison

O dispositivo desenvolvido na FEEC: operando em frequências elevadas

Uma etiqueta para identificação de objetos por radiofrequência (RFID) aplicável em metais – utilizando uma abordagem original inclusive mundialmente – é o resultado da pesquisa de mestrado do engenheiro Manoel Vitório Barbin, orientada pelo professor Michel Daoud Yacoub, na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC). A tecnologia de RFID (Radio Frequency Identification) consiste no uso de etiquetas contendo um circuito eletrônico para armazenar informações que podem ser lidas à distância por um sistema associado. Já difundida em aplicações médicas, científicas e industriais, esta tecnologia se assemelha à do código de barras empregada em produtos do comércio, cuja diferença é a leitura óptica do número identificador, e não por radiofrequência.

A originalidade do