Tecnologia

energia eólica

Economista analisa impactos de parques de energia eólica na economia potiguar

O Brasil, que em 2013 ocupava a 11ª posição em capacidade instalada para produção de energia eólica, no ano passado já se colocou entre os dez países com maior estrutura produtiva, indicando a representatividade do setor em nível mundial, especialmente num período de esgotamento progressivo dos recursos hídricos. A economista Luziene Dantas de Macedo, professora do Departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), embora focada no Nordeste e com especial atenção ao seu Estado potiguar, acaba oferecendo uma visão geral sobre os benefícios e os desafios de se obter eletricidade dos ventos, em tese de doutorado orientada pelo professor

Makinson Agostin

A Misto de Ideias desenvolveu uma ferramenta online para facilitar, modernizar e gerar lucro para os comerciantes.

Com a crise que se instalou o Brasil nos últimos tempos, os mais intensamente atingidos e afetados diretamente foram os varejistas. Os comércios físicos que recebiam grande atenção por meio de publicidade e fidelidade de clientes foram forçados a aumentar os preços para sobreviver, e, por consequência, acabaram fechando as portas.

Há esperanças de que a inflação inicie, no segundo semestre, em um estágio de desaceleração, o que aumentou o otimismo dos comerciantes. Entretanto, ainda estamos na pior fase da história para o varejo. Quem não tem a opção de substituir os custos para não repassar a

Projeto Opal, desenvolvido por alunos da Politécnica da USP em parceria com colegas de outras quatro universidades estrangeiras

O Brasil sediou pela primeira vez o Fórum Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education (PACE), programa liderado pela General Motors mundial para a educação de engenharia.

A 4ª edição do PACE, realizada na  Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) entre os dias 26 e 30 de julho, reuniu 350 estudantes de 58 instituições de Israel, Itália, Alemanha, entre outros países, tendo com o tema Repensando a mobilidade.

A programação incluiu uma competição de veículos desenvolvidos por estudantes das instituições participantes.

Alunos da Poli-USP e de mais quatro universidades estrangeiras apresentaram projeto de veículos reconfigurável e de uso compartilhado para a cidade de São Paulo (SP).

Batizado com o nome de Opal, o projeto

Metodologia detecta fungos fitopatogênicos encontrados em sementes de soja

Metodologia para detectar fungos permite a exclusão de lotes de sementes contendo patógenos antes do plantio

Uma pesquisa realizada no Programa de Pós-graduação em Fitopatologia, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, possibilitou a adaptação de uma técnica molecular, chamada Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (qPCR) para sementes de soja. A autora do estudo, Juliana Ramiro, descreve o método: “Estabelecemos uma metodologia para detectar fungos fitopatogênicos encontrados com maior frequência em sementes de soja, de uma maneira mais rápida e precisa”.

As sementes são as principais fontes de disseminação dos fungos. Portanto, a estratégia mais eficaz é, por meio da técnica molecular, realizar a exclusão

A solução desenvolvida pelos pesquisadores automatiza a detecção do parasita e sua contagem a partir de esfregaços de sangue

Com o objetivo de facilitar o diagnóstico de malária em áreas remotas do globo, está sendo desenvolvido por pesquisadores da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos um aplicativo para smartphones que utiliza um sistema automatizado para detecção e contagem de parasitas da doença.

A tecnologia foi apresentada no IEEE International Symposium on Computer-Based Medical Systems (CBMS), realizado, com apoio da FAPESP, de 22 a 25 de junho no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), em São Carlos, e na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), ambos da Universidade de São Paulo (USP).

“A malária é uma doença curável, mas diagnósticos inadequados e a resistência às drogas emergentes ainda são barreiras

Eficiência de conversão da potência recebida é a maior já registrada para equipamentos do gênero e foi conseguida sem acréscimo de componentes caros ou de procedimentos complexos

Um desenho inovador possibilitou ao físico Niklaus Ursus Wetter, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), obter um laser com 60% de eficiência – a maior registrada no mundo para equipamentos do gênero.

O resultado foi alcançado no âmbito do projeto de pesquisa “Desenvolvimento de lasers compactos e de alta eficiência para aplicações em lidar móvel e satélite”, apoiado pela FAPESP , e comunicado no artigo “Influence of pump bandwidth on the efficiency of side-pumped, double-beam mode-controlled lasers: establishing a new record for Nd:YLiF4 lasers using VBG”, publicado na revista Optics Express.

Sem acrescentar componentes caros e complexos ao equipamento original, Wetter conseguiu o resultado apenas reconfigurando a geometria de um laser de

CeMEAI estuda a biometria em um contexto de fluxo de dados

Pesquisa do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, estuda a biometria em um contexto de fluxo de dados. No trabalho, o aluno de doutorado Paulo Henrique Pisani usa técnicas de computação para adaptar o cadastro biométrico a mudanças que o tempo provoca nas características biométricas. Entre elas, por exemplo, estão o padrão de digitar, o jeito de caminhar e o tempo de intervalo entre uma tecla e outra na hora de inserir a senha bancária. A ideia é desenvolver algoritmos e modelos de avaliação para lidar com a adaptação a essas mudanças dos usuários.

A biometria é

Plataforma auxliiará em pesquisas nas áreas de desenvolvimento de fármacos

O uso de bases de dados é bastante comum no meio acadêmico. Desde alunos de graduação a docentes e doutorandos, elas são essenciais nas pesquisas e trabalhos acadêmicos. Recentemente, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) disponibilizou o Integrity, plataforma criada pela agência de notícias Thomson Reuters, para auxiliar em pesquisas nas áreas de ciências da saúde e desenvolvimento de fármacos. Na USP, o uso da ferramenta ainda está abaixo do esperado.

A USP está totalmente coberta pelo sistema Integrity, graças a um convênio com a Capes, que oferece a base de dados para mais de 360 instituições, sobretudo para universidades públicas. Já as universidades particulares podem comprar o acesso ou

Sistema Automático de Umidificação de Parques venceu o desafio "Telit Cup Brasil"

Sistema Automático de Umidificação de Parques (SAUPA) busca nível de umidade relativa do ar confortável

Os estudantes do curso de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, Renata Camillo e Renato Nunes Moraes, desenvolveram o Sistema Automático de Umidificação de Parques (SAUPA), o qual busca estabelecer um nível de umidade relativa do ar confortável, de maneira inteligente, no ambiente onde estiver instalado. O sistema monitora o local, processa os dados, interpreta o ambiente e, a partir disso, toma uma decisão operacional. O projeto foi o vencedor da primeira edição do desafio “Telit Cup Brasil”, promovido pela empresa Telit Solutions Wireless, no dia 15 de maio e possibilitou aos estudantes a

Foto: Julia Capuano

Os órgãos de licenciamento ambiental de vários estados brasileiros poderão contar com uma poderosa ferramenta para o seu trabalho. O Amapá iniciou a elaboração de um termo de cooperação para a utilização do Sistema Interativo de Suporte ao Licenciamento Ambiental (Sisla), desenvolvido originalmente para o Mato Grosso do Sul, onde já é utilizado há seis anos. Trata-se de um sistema de informação georreferenciada que auxilia na análise espacial, regularização e gestão ambiental e apoia a tomada de decisão. Foi desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (SP) com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

No ano passado, o pesquisador da Embrapa João dos Santos Vila da Silva apresentou a tecnologia para

Vaso de pressão construído pela Nuclep para o reator do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), da Marinha do Brasil. O sistema é o mesmo que será utilizado no futuro submarino de propulsão nuclear brasileiro

O vaso de pressão, que aloja o núcleo do reator, é o componente estrutural mais crítico do sistema PWR (pressurized water reactor ou reator de água pressurizada), utilizado nas usinas nucleares de Angra dos Reis e no futuro submarino de propulsão nuclear da Marinha do Brasil.

Nesse sistema, a água empregada para moderar a reação de fissão nuclear do urânio, contida no circuito primário, aquece a água presente no circuito secundário, para gerar o vapor que aciona a turbina elétrica. E o vaso de pressão constitui a principal barreira de contenção metálica da água que flui sob alta pressão no circuito primário.

Um novo modelo, que aprimora o sistema de avaliação da integridade estrutural