Tecnologia

Aplicativo MapSAT

Para atender a demanda por imagens de satélites meteorológicos, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) oferece o aplicativo para celulares MapSAT. Desenvolvido pela equipe da Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), o aplicativo é gratuito e está disponível no Google Play.

Com o MapSAT é possível visualizar as imagens mais recentes do satélite GOES-13 nos canais vapor d'água, infravermelho e visível. É possível verificar também a imagem do canal infravermelho com realce do topo das nuvens (realçada) e uma imagem combinada do canal infravermelho com as cores azul e verde (colorida). O aplicativo mostra uma animação com as 10 últimas imagens do canal infravermelho

Samsung desenvolve uma nova tecnologia que pode dobrar a vida útil de uma bateria de íons de lítio comparada com as utilizadas hoje.

Pesquisadores da Sansung supostamente desenvolveram materiais que podem ser utilizados para dobrar a capacidade das baterias de íons lítio. A chave para estas baterias mais eficientes é um novo material catódico baseado em grafeno. Trata-se de um novo material catódico de silício com “grafeno de alta cristalinidade”. Quando implantado nas baterias de íons lítio da empresa, o novo cátodo produz células “com o dobro da capacidade de uma bateria de íon lítio tradicional”, de acordo com vários estudos.

Esta pesquisa apresenta uma melhora incrível na capacidade das baterias de íon lítio por meio de um novo método de síntese de grafeno com alta cristalinidade em um cátodo de silício de alta capacidade. A equipe

A consultoria Lux Research (EUA) divulgou recentemente uma predição ameaçadora na qual o grafeno está destinado a se tornar o “próximo nanotubo de carbono”. Esta declaração se baseia na propaganda massiva em torno dos nanotubos de carbono no passado e no fato que o sucesso comercial atual não acompanhou aquelas expectativas. A Lux Research acredita que o grafeno, apesar das suas propriedades impressionantes e possibilidades infinitas de utilização, não irá seguir os passos do silício e encontrar aplicações universais, mas estará mais próximo dos nanotubos de carbono, ou seja, aplicações limitadas em nichos específicos de mercado.

lqes empauta novidades 1952 business

A Lux elencou três razões principais para esta previsão. A primeira é a expansão da capacidade de produção

Equipamento fará parte do conjunto de observatórios do Cherenkov Telescope Array

Cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) colaboram com o Cherenkov Telescope Array (CTA)

Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP participaram do desenvolvimento do protótipo do “braço” de aço que sustenta a câmera do Middle Size Telescope (Telescópio de Tamanho Médio).  O equipamento fará parte do conjunto de observatórios do Cherenkov Telescope Array (CTA), que serão instalados no Chile e nas Ilhas Canárias (Espanha). O componente foi desenvolvido pela empresa Orbital Engenharia (Brasil), sob coordenação do professor Luiz Vitor de Souza Filho, do Grupo de Física Computacional e Instrumentação Aplicada do IFSC, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e

Software MultiSIMNRA reúne dados de diferentes técnicas de análise

Desenvolvido no Instituto de Física (IF), Software de análise MultiSIMNRA já tem proposta para uso comercial

O uso de feixes iônicos para analisar amostras materiais é um procedimento que serve a diversas áreas do conhecimento — da paleontologia às ciências de materiais, entre outras. No Brasil, o Laboratório de Análise de Materiais com Feixes Iônicos (LAMFI), do Instituto de Física (IF) da USP, é referência nesse tipo de procedimento. Ali, amostras variadas são expostas a diversos tipos de detectores, gerando dados que têm de ser analisados depois. Os pesquisadores criaram um software de análise, denominado MultiSIMNRA, que reúne os dados de diferentes técnicas de análise e determina qual é o melhor modelo para a amostra que

Processador gravado em 7 nanômetros concebido pela IBM e seus parceiros (Universidade do Estado de Nova York, Sansung e Global Foundries). O chip poderá conter até 20 bilhões de transistores e permitir uma potência 50% superior aquela dos processadores atuais com gravação em 10 nm.

A IBM Research conseguiu ultrapassar os limites físicos para a gravação de processadores atingindo a marca de 7 nm. A título de comparação, o diâmetro de um feixe de DNA é de 2,5 nm e de acordo com a empresa será possível fabricar chips contendo 20 bilhões de transistores! Em termos de performance e potência, o ganho será de cerca de 50% em comparação com a última geração de processadores gravados em 10 nm. Este sucesso está dentro de um programa de pesquisa e desenvolvimento que a IBM lançou no ano passado.

Dotado de um orçamento de 3 bilhões de dólares, a empresa visa, de um lado, ultrapassar os limites físicos da tecnologia em

A representação das relações entre termos em redes permite aprender padrões que não são assimilados em outros tipos de representações

Um conjunto de algoritmos desenvolvidos no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, permite filtrar, entre grandes quantidades de textos, dados que possibilitam classificá-los de acordo com o teor de seu conteúdo.

Dessa forma, comentários publicados em redes sociais podem ser facilmente identificados como positivos ou negativos e coleções de bibliotecas virtuais podem ser categorizadas de acordo com o gênero literário, temas e outros aspectos específicos de cada obra.

Os algoritmos foram desenvolvidos por Rafael Geraldeli Rossi, responsável pela pesquisa de doutorado Extraindo padrões de coleções de documentos textuais utilizando redes heterogêneas, realizada com o apoio da FAPESP. O trabalho foi premiado na 16th

Neurônios simulados por computador

Conversar, tocar instrumentos, jogar videogame, guiar veículos, praticar esportes ou qualquer outra ação que requer antecipação e planejamento seria impossível de ser realizada sem a habilidade do cérebro humano de medir o tempo.

Entender como ocorre esse processamento temporal é o objetivo de uma pesquisa apoiada pela FAPESP e coordenada por André Mascioli Cravo, professor do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da Universidade Federal do ABC (UFABC) e um dos coordenadores do laboratório de Timing e Cognição (http://neuro.ufabc.edu.br/timing/).

Resultados parciais foram apresentados durante a nona edição do Congresso Mundial do Cérebro (IBRO 2015), realizado no Rio de Janeiro entre os dias 7 e 11 de julho.

“Nosso cérebro usa informações temporais de

Inclusão e tecnologia

Com ajuda da tecnologia 3D, Carlise e Jorge Vieira puderam sentir o rosto de sua filha antes mesmo do nascimento.

Quando se pensa em inclusão, cada um forma uma imagem em sua cabeça. Para alguns, a internet tem facilitado a inclusão social, conectando e fornecendo informações para pessoas que, antes, não possuíam acesso a isso. Para outros, inclusão se relaciona melhor com o sentido de dar oportunidades para quem possui algum tipo de deficiência, por isso, precisam de tratamento diferenciado para atingir algum objetivo.

Na era em que a tecnologia serve para auxiliar as pessoas, facilitando suas vidas e contribuindo para que novas coisas sejam vivenciadas, quem possui algum tipo de deficiência (auditiva, motora

Foto: Gabriel Faria

Ferramenta em desenvolvimento mapeia processos dos sistemas de integração e fornece dados mais detalhados

Metodologia desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril e do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) busca padronizar e facilitar a avaliação da viabilidade econômica de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). O conceito já está sendo aplicado em caráter experimental por meio de uma ferramenta testada em nove Unidades de Referência Tecnológica e Econômica (URTE) em Mato Grosso.

A principal inovação desta metodologia é a organização dos custos baseada no sistema ABC (do inglês, Custo Baseado em Atividades). O pesquisador da Embrapa Júlio César dos Reis explica que a vantagem em relação aos demais métodos utilizados é que esse permite a

CARINA foi o primeiro veículo autônomo na América Latina a ser testado em ruas de uma cidade

Quem passar nos próximos meses pelo campus da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, e se deparar com um táxi trafegando pelas ruas sem motorista, apenas com passageiros a bordo, pode ficar tranquilo: o veículo não está desgovernado.

Trata-se, na realidade, de um serviço de táxi autônomo que será testado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) e da Escola de Engenharia da USP de São Carlos.

Os pesquisadores estão terminando de realizar os últimos testes e de ajustar alguns detalhes do automóvel, a fim de fazer uma demonstração pública do serviço de táxi autônomo em meados de outubro.

“A ideia é que o usuário possa chamar o