Tecnologia

Startup desenvolve sistema de reconhecimento biométrico combinando face e íris

Os processos de autenticação por biometria – em que o reconhecimento do usuário durante a solicitação de acesso a um sistema, como o de um caixa eletrônico em um banco, por exemplo, feito por meio de impressões digitais –podem ser muito mais seguros do que são hoje.

Uma empresa nascente de tecnologia (startup) sediada em Campinas, no interior de São Paulo, desenvolveu uma tecnologia de reconhecimento multibiométrico combinando face e íris que promete oferecer maior confiabilidade na identificação de usuários do que os sistemas existentes hoje, baseados no reconhecimento biométrico de impressões digitais, das veias da mãos ou só da face ou da íris isoladamente.

Desenvolvida durante projetos apoiados pelo programa Pesquisa Inovativa em

Foto: Lucas Scherer

Um abatedouro instalado em um caminhão ajudará pequenos suinocultores a realizar abates respeitando padrões de sanidade e bem-estar animal. Desenvolvido pela Embrapa Suínos e Aves (SC) e pela empresa Engmaq, do Município catarinense de Peritiba, a instalação, por ser móvel, tem a vantagem de poder atender vários produtores de uma localidade e ajudará a diminuir o custo da atividade, além de oferecer segurança alimentar aos produtos que chegam à mesa dos consumidores. A tecnologia também permite que produções em pequena escala tenham legalização fiscal e possam até ser vendidas para outros municípios ou estados.

O abate dos animais é um problema de difícil solução para quem trabalha com produção em pequena escala, voltada a

Foto: Rodolfo Buhrrer

Interessados em plantios florestais com fins econômicos têm agora acesso gratuito a softwares de manejo de precisão e análise econômica de florestas plantadas, com modelagem de crescimento e produção. Desenvolvidos desde a década de 1980 pela Embrapa Florestas (PR), e em uso por mais de 300 empresas, as versões básicas da Família SIS estão disponíveis para acesso no Portal da Embrapa. "O aumento do interesse por plantios florestais por pequenos e médios produtores rurais e também a universalização da base de dados que constituem os sistemas, já amplamente testados e validados, possibilitaram que tomássemos essa iniciativa", explica o pesquisador Edilson Batista de Oliveira, da Embrapa Florestas, responsável pelo desenvolvimento dos sistemas.

Os softwares da

Programa monitora níveis de água, ração e ventilação durante todo o dia

Um sistema que conta com a participação do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, está sofisticando a criação de aves em uma granja na região de Jundiaí, no interior de São Paulo. O sistema é aberto e gratuito, com variáveis que outros ainda não possuem.

Os mais de 23 mil frangos do aviário são monitorados 24 horas por dia, sete dias por semana. Níveis de água, ração, ventilação são fiscalizados durante todo o tempo por um programa desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS). O software

Tela inicial do software Alelo

Assinatura do termo de adesão ampliará depósitos e facilitará intercâmbio de materiais entre os países

Um acordo assinado entre Brasil, Paraguai e Uruguai poderá ampliar o banco de material vegetal dos três países, facilitar o intercâmbio desse material, informatizar e auxiliar os processos de quarentena vegetal além de agilizar a pesquisa de cientistas que acessam esse tipo de banco.

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF), o Instituto Paraguayo de Tecnología Agraria (IPTA) e o Instituto Nacional de Investigación Agropecuaria (INIA – Uruguay) assinaram no dia 13 de agosto o termo de adesão ao Alelo, o portal de informações de recursos genéticos animais, microbianos e vegetais criado pela Embrapa. Trata-se do primeiro acordo internacional

Os mais de 23 mil frangos são monitorados por software desenvolvido pela UFRGS que envia dados aos pesquisadores do CeMEAI

Uma parceria entre uma granja na região de Jundiaí (SP) e o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP, monitora remotamente as condições em que frangos são criados para o abate e utiliza modelos matemáticos para aperfeiçoar a criação e otimizar o crescimento dos animais e a produção.

Os mais de 23 mil frangos de corte da granja são monitorados ininterruptamente por um software desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), que reúne dados sobre os níveis de água e ração, intensidade da ventilação e outros fatores e os envia a cada cinco minutos aos pesquisadores do CeMEAI.

Metodologia planeja as necessidades para manter a navegação de um Data Center

Pesquisadores criaram uma metodologia em software livre que planeja os recursos e computadores necessários e os possíveis impactos determinantes pra manter a qualidade no sistema de um Data Center. O projeto foi desenvolvido por pesquisadores do laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente (LaSDPC) do Departamento de Sistemas de Computação (SSC) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, e também do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), no campus de Araraquara.

Uma rede de computadores que reúne documentos do usuário na internet é o ambiente virtual denominado computação em nuvem ou, no inglês, cloud computing. A “nuvem” permite que programas sejam executadas e

Microtreinamentos qualificarão profissionais de assistência técnica, extensionistas e agentes de transferência de tecnologia

A Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão desenvolvendo um programa de formação continuada que irá oferecer, por meio de dispositivos móveis, conteúdos e microtreinamentos sobre temas de interesse dos produtores rurais. O objetivo é contribuir com a disseminação e a transferência de tecnologia para agricultores e profissionais de assistência técnica e extensão rural.

O programa utilizará metodologia de produção e organização de microconteúdo educacional e construirá um ambiente computacional na internet baseado nos conceitos de desenvolvimento de aplicações móveis, visualização e computação ubíqua. "Com o trabalho de pesquisa, vamos gerar uma metodologia para formular conteúdos adequados e executar microtreinamentos que sirvam para qualificação dos profissionais de assistência técnica, extensionistas e agentes

Equipe Tupã, que projetou o veículo, é formada por estudantes da EESC

A equipe Tupã, formada por estudantes de graduação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP promoverá na segunda-feira, dia 31, o lançamento do primeiro carro elétrico de corrida com dois motores do Brasil.

Com início previsto para às 19h15 e aberta ao público em geral, a cerimônia de lançamento do protótipo contará com a palestra “A evolução dos carros elétricos no Brasil”, que será ministrada pelo professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação e coordenador da equipe Maximilliam Luppe. Em seguida os membros do grupo darão seus depoimentos sobre o tempo de trabalho, desafios, aprendizagem e resultados até a formação completa do protótipo e, ao final do evento, o

Foto: Rafael Rocha

Barcaça com cobertura móvel melhora a qualidade do grão

Desenvolvida pela Embrapa Rondônia, a Barcaça Seca Café, uma grande estrutura móvel que encobre o terreiro, apresenta praticidade de operação, garante a qualidade do grão durante todo o processo, além de operar a um custo viável aos produtores. Projetada para proporcionar uma secagem com qualidade do grão, o invento possui facilidade de manuseio por meio de cobertura móvel que pode ser adaptada a qualquer terreiro de cimento convencional, tradicional em propriedades que cultivam o café.

Além dessa base, o mecanismo é composto por uma estrutura metálica e telhas de plástico transparentes ou lona de plástico. "Este terreiro é uma tecnologia viável para o produtor, pois

Protótipo foi testado com sucesso no tanque de provas do Departamento de Engenharia Naval da USP

Um veículo robótico submarino para inspeção de cascos de navios foi criado na Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Paulo. O projeto, desenvolvido por alunos de graduação e pós-graduação em Engenharia Mecânica, foi coordenado pelo professor Juan Pablo Julca Avila, com apoio da FAPESP. .

Um protótipo do veículo – com propulsores e esteiras motorizadas, flutuadores e sensores – já foi testado com sucesso em uma piscina de mergulho e no tanque de provas do Departamento de Engenharia Naval da Universidade de São Paulo (USP). O protótipo respondeu adequadamente aos comandos remotos dos operadores nos modos de “voo livre” e “rastejo”. “Agora, na segunda fase da pesquisa, queremos levá-lo a Santos, para testar