Tecnologia

newsgame

Alinhado à Política de Acesso Aberto da Fiocruz, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) inovou e criou um produto para atingir o público em geral e incentivar o debate sobre Acesso Aberto: o newsgame Jogo do Acesso Aberto. O pré-lançamento foi realizado durante a 6° Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto (Confoa 2015), que ocorreu em Salvador (Bahia) de 4 a 7 de outubro.

Para Miguel Sicart, estudioso de games e pesquisador do Centro de Pesquisas de Jogos de Computador da IT University of Copenhagen (Dinamarca), “newsgames são jogos sérios baseados em eventos atuais, produzidos com a intenção de estimular o debate público”. E é exatamente esse o objetivo do newsgame idealizado

Placas iluminadoras poderão substituir lâmpadas fluorescentes tradicionais

A utilização de vidros ópticos dopados com íons terras raras luminescentes (elementos químicos também conhecidos como lantanídeos) permite gerar luz branca com potencial aplicação em iluminação de mais alta eficiência, conforme demonstrou uma recente pesquisa do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), que foi coordenada pela professora Andrea de Camargo, do Grupo de Ressonância Magnética do Instituto. Na busca por alternativas energéticas de baixo custo e alta eficiência, os dispositivos que geram luz branca e que são baseados em vidros dopados podem ser utilizados na forma de placas iluminadoras e filmes finos, com maior apelo estético, substituindo lâmpadas fluorescentes tradicionais que contêm mercúrio (substância tóxica) e gases de alto custo.

Os vidros são

Novo centro funcionará em conjunto com a unidade de criopreservação

Pesquisadores do complexo Hospital das Clínicas (HC) e Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) terão mais estímulo para fazer suas atividades de pesquisa e inovação. Dia 6 de outubro, foi inaugurado o Centro de Armazenamento de Amostras Biológicas com 100 frezeres a – 80°. O novo centro é equipado com tecnologia de ponta e funcionará em conjunto com a unidade de criopreservação —tanques de nitrogênio líquido.

O Centro possui um sofisticado sistema de controle de temperatura e segurança e faz parte do programa Rede de Equipamentos Multiusuários (Premium) da FMUSP, que dá acesso aos pesquisadores do complexo HC/FMUSP às mais modernas tecnologias da pesquisa biomédica contemporânea.

Segundo Roger Chammas, responsável pela gestão do programa

Os impactos das novas tecnologias da informação na forma como vivemos e trabalhamos foram debatidos em evento que reuniu pesquisadores alemães e brasileiros na sede da FAPESP

Caminhamos em direção a um mundo em que não apenas telefones, tablets e televisores serão espertos (smart), mas toda a casa, os veículos, as indústrias, as fazendas, os dispositivos médicos e tudo aquilo que nos cerca. Nesse smart ecosystem, os aparelhos estarão integrados, equipados com sensores para coleta de dados em tempo real e conectados à internet.

Os impactos das novas tecnologias na forma como vivemos e trabalhamos, bem como os riscos e as implicações do compartilhamento de dados pessoais no ciberespaço, foram tema do 4º German-Brazilian Dialogue on Science, Research and Innovation, realizado nos dias 29 e 30 de setembro na sede da FAPESP.

Segundo Reiner Anderl, professor da Technische Universität Darmstadt, da

Software beneficia pequena empresa do Distrito Industrial de São Carlos

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, estabeleceu uma parceria com uma fundição de pequeno porte e desenvolveu um software que reduz consideravelmente o tempo gasto para selecionar as peças para cada fusão no forno. O trabalho que era feito manualmente e levava em média 2 horas, agora demora, no máximo, 5 minutos. A parceria foi estabelecida com a Fultec Inox, uma fundição de pequeno porte localizada no Distrito Industrial de São Carlos.

Esta grande redução tem explicação: os pesquisadores visitaram a empresa, conheceram todo o processo de fundição, acompanharam as etapas e tiveram acesso a

Filme biopolimérico para embalar pão de forma possui aditivos antifúngicos

Pesquisadores do FoRC – Food Research Center (Centro de Pesquisa em Alimentos), com sede na USP, estão desenvolvendo filmes feitos de fontes renováveis para embalar alimentos. Os filmes são materiais finos, transparentes e maleáveis, com aparência de plástico, aos quais podem ser acrescentados aditivos na tentativa de fazer com que a embalagem tenha outras funções além de proteger os alimentos. A professora titular Carmen Tadini, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica (Poli) da USP, vem se dedicando no desenvolvimento de um filme biopolimérico, com base de amido, com aditivos antifúngicos para embalar pão de forma.

“O objetivo é tentar substituir parcial ou totalmente os aditivos químicos que são hoje usados na massa

Cálice de Licurgo: há séculos artistas plásticos utilizam efeitos plasmônicos em suas obras

A combinação das propriedades de ondas eletromagnéticas (luz) com nanoestruturas metálicas pode melhorar o funcionamento de biossensores ópticos, que detectam variações na intensidade destas ondas quando interagem com átomos ou moléculas. Um exemplo da aplicação dos biossensores é na detecção da porfirina, molécula existente no sangue humano que absorve a luz visível, o que altera seu comportamento químico, podendo ser usada, por exemplo, como marcador de células tumorais de câncer. A pesquisa foi desenvolvida no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.

O professor Euclydes Marega Júnior, do Grupo de Óptica do IFSC, explica que campos eletromagnéticos podem ter sua intensidade aumentada em milhares de vezes se forem confinados em estruturas metálicas

Testes comparativos serão realizados nos vestiários da Raia Olímpica da USP

Aumentos na tarifa da energia elétrica e da água têm impactado o orçamento doméstico das residências brasileiras, onde o chuveiro elétrico é o principal vilão: ele é responsável por 30% do consumo total de eletricidade nas casas. A fim de saber qual sistema de aquecimento de água é mais econômico, a Escola Politécnica (Poli) da USP está construindo um Laboratório de Banho — o Laban — para testes comparativos dos modelos hoje existentes no mercado: solar, elétrico, gás e híbridos.

O Laban está sendo instalado nos vestiários femininos e masculinos da Raia Olímpica do Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp) da USP, onde cerca de 600 pessoas tomam banho diariamente após a prática de atividades físicas. O

Acordo prevê chamada de propostas conjunta para pesquisas em pequenas empresas que desenvolvam tecnologias para aplicação em cidades paulistas

A FAPESP e a Informática de Municípios Associados (IMA), empresa de economia mista voltada à prestação de serviços na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e que tem como principal acionista a prefeitura de Campinas, assinaram na quinta-feira (1º/10) um acordo de cooperação para apoiar a investigação científica e tecnológica realizada em pequenas empresas sediadas no Estado de São Paulo.

O objetivo do acordo, válido por cinco anos, é promover projetos cooperativos de pesquisa que levem principalmente ao desenvolvimento de novas tecnologias, sistemas, softwares e aplicativos, entre outros.

Os projetos devem ter como base temas estabelecidos conjuntamente pela FAPESP e pela IMA, visando à busca de ideias que, aplicadas, possam tornar as

Avanços na tecnologia do cotidiano dependerão cada vez mais do controle microscópico da luz

Em uma década, computadores, tablets e celulares sofrerão uma transformação invisível, movida a luz. Na aparência, não deverão ser muito diferentes. Mas seu funcionamento será mais rápido e consumirá menos energia elétrica graças a um novo conjunto de tecnologias para manipular a luz na escala microscópica. Novas tecnologias já estão permitindo a construção dos chamados chips nanofotônicos de silício.

Assim como os chips de silício convencionais, os nanofotônicos são feitos de peças eletrônicas microscópicas. A diferença crucial é que, em vez de serem integrados por circuitos de fios metálicos, responsáveis por transmitir os sinais elétricos, os componentes do novo chip se comunicam por meio de sinais de luz, mais especificamente laser. A vantagem dos

Euler tem 2.100 núcleos de processamento pode chegar a 4 mil após upgrade

Os cientistas e pesquisadores do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), instalado na USP, em São Carlos, já têm à disposição um cluster computacional — um agregado de processadores ligados em rede — de grande porte para o processamento científico de alto desempenho. O Euler, como foi batizado, faz parte dos recursos aprovados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para o CEPID-CeMEAI. Inicialmente, o sistema recebeu o nome provisório de “ICE-X”.

Em 2013, a Fapesp autorizou a compra de um equipamento inicial, além de um upgrade da máquina após dois anos da primeira aquisição. Foram destinados US$1,25 milhão para a compra da