Ciência

modelos matemáticos

Estudo de professor da USP em São Carlos pode ajudar a orientar ações na rede de saúde

Modelar a propagação de epidemias onde as pessoas interagem em diferentes meios é o principal objetivo de uma pesquisa desenvolvida com o apoio do Cepid-Cemeai. O pesquisador Francisco Rodrigues, também professor do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é o coordenador deste estudo que investiga modelos matemáticos visando, entre outras aplicações, auxiliar em ações de controles epidemiológicos.

O trabalho realizado em cooperação com Guilherme Ferraz de Arruda, também do ICMC, Emanuele Cozzo e Yamir Moreno, da Universidade de Zaragoza, na Espanha, e Tiago P. Peixoto, da Universidade de

Peptídeos

Testados no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), os compostos identificam mudanças em células alvo para novos medicamentos

Anticorpos são proteínas do nosso sistema de defesa que neutralizam a ação das substâncias tóxicas produzidas por bactérias e vírus invasores. Por suas características, os anticorpos ajudam a entender a ação de substâncias que influenciam no funcionamento das células e de todo o organismo. Com isso, cientistas da USP estão utilizando anticorpos produzidos em laboratório para identificar mudanças em células que sirvam de alvos para novos medicamentos. O estudo é descrito em artigo da revista científica Plos One, com a participação de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

O desenvolvimento

nanopartículas de óxido de cobalto sintetizadas na presença do aminoácido L-cisteína

Parece ficção científica. Mas, no mundo da ciência e da tecnologia reais, os pesquisadores vêm trabalhando há anos com o intuito de criar materiais invisíveis. Como definir esse tipo de material? Uma resposta simples e ainda assim correta seria dizer que, nele, a luz não se refletiria (como em um espelho), não se espalharia (como em um corpo translúcido) e não mudaria de cor (como em um vidro colorido).

Um avanço na pesquisa sobre propriedades capazes de tornar um material invisível foi obtida com nanopartículas de óxido de cobalto sintetizadas na presença do aminoácido L-cisteína.

O trabalho foi tema do artigo Chiromagnetic nanoparticles and gel, publicado nesta quinta-feira (18/01) pela

células humanas de glioblastoma

O vírus Zika, temido por causar microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas durante a gestação por atacar as células que darão origem ao córtex cerebral do feto, pode ser uma alternativa para o tratamento do glioblastoma – o tipo mais comum e agressivo de tumor cerebral maligno em adultos.

A descoberta foi feita por pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual de Campinas (FCF-Unicamp). Resultado de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP, o estudo foi descrito em um artigo no repositório de Ciências Biológicas bioRxiv e aceito para publicação pelo Journal of Mass Spectrometry.

“O vírus Zika, que se tornou uma ameaça à saúde nas Américas, poderia

efeitos nocivos da radiação infravermelha sobre a pele

Os efeitos da radiação ultravioleta (UV) sobre o tecido cutâneo são bem conhecidos da ciência e da indústria de cosméticos. Já existe no mercado uma ampla gama de produtos que atuam como uma barreira química contra esses raios solares, prevenindo o câncer de pele e o envelhecimento precoce. Agora, os cientistas buscam compreender melhor as alterações estruturais sofridas pela pele exposta à radiação infravermelha (IV-A) – que é sentida na forma de calor e tem como fonte não apenas o sol, mas também objetos domésticos como ferro de passar roupas e secador de cabelos.

Para estudar os danos provocados pela radiação infravermelha A, uma empresa especializada na condução de estudos

nuvem de átomos

Quando submetidos a condições específicas que caracterizam os sistemas quânticos, os mesmos átomos que formam uma folha de papel, os seres vivos e as estrelas deixam de se comportar como partículas e passam a manifestar seu caráter de onda. Nesse estado, a matéria apresenta efeitos que violam a intuição clássica e os átomos podem atravessar barreiras antes intransponíveis.

Em experimentos recentes, uma equipe coordenada por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) constatou que uma nuvem de átomos do elemento químico rubídio, mantida super-resfriada e confinada, preserva aspectos de seu comportamento ondulatório mesmo depois de ter sido perturbada pela geração de vórtices e

pesquisa

Estudo premiado é baseado no desenvolvimento, na USP, de modelo de pele humana reconstituída para testar toxicidade

odelos de pele humana impressos em 3D para substituir animais em testes de cosméticos são o tema do trabalho da pesquisadora Carolina Motter Catarino, que acaba de receber um prêmio internacional. A pesquisa de doutorado realizada no Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy (Estados Unidos), é uma das premiadas pelo The 2017 Lush Prize, destinado a descobertas sobre testes que eliminem o uso de animais. A base do trabalho premiado foi o desenvolvimento de um modelo de pele humana reconstruída in vitro para testar toxicidade, realizado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP,

gansos-de-faces-brancas em migração sazonal

Especialista fala sobre livro, pesquisa na USP e relações entre as áreas de etologia e psicologia experimental

Escrever um livro que integrasse os vários campos de estudo do comportamento, especialmente a etologia e a psicologia experimental, numa linguagem básica comum foi um sonho acalentado por mais de 50 anos pelo etólogo americano Jerry Hogan, professor emérito do Departamento de Psicologia da Universidade de Toronto, Canadá.

Quando em 2009 o também etólogo César Ades (1943-2012), diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP à época, convidou o colega americano a apresentar um projeto para ser professor visitante do Instituto, Hogan decidiu aproveitar a oportunidade para finalmente escrever o livro.

Ipê-roxo

Cientistas da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) sequenciaram, pela primeira vez, o genoma de uma espécie nativa do Cerrado: o ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus). A conquista é tema de artigo publicado na revista GigaScience, da Universidade de Oxford, Reino Unido. O estudo teve apoio financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e analisou a estrutura genética de 192 árvores de 17 populações distintas de ipê-roxo, representando diversas regiões brasileiras.

Uma possível aplicação do sequenciamento genômico do ipê-roxo é auxiliar órgãos ambientais na análise forense para combater a exploração clandestina

logística

Estudantes de Engenharia da Poli realizaram Trabalho de Conclusão de Curso baseado em problemas reais

A matemática está presente na rotina de qualquer tipo de empresa. Seja na simples conta do troco do cliente ou em cálculos mais complexos, como a criação de modelos avançados para problemas específicos, a matemática aparece com frequência e pode ajudar – e muito – as organizações.

Na Escola Politécnica (Poli) da USP, dois Trabalhos de Conclusão de Curso orientados pela professora Débora Ronconi, pesquisadora Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), representam muito bem essa colaboração da matemática no dia a dia das empresas. Para finalizar o curso de Engenharia de Produção, os alunos

Hospital de Reabilitação do HRAC

Indivíduos com fissura labiopalatina, má oclusão e apneia do sono têm via aérea superior significativamente menor

Um estudo realizado por pesquisadores do Laboratório de Fisiologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP em parceria com a University of North Carolina (UNC), de Chapel Hill, nos Estados Unidos, foi premiado no 16º Congresso Brasileiro do Sono, realizado no fim do último ano em Joinville (SC), e promovido pela Associação Brasileira do Sono.

O objetivo do estudo foi avaliar tridimensionalmente a via aérea superior de indivíduos com fissura labiopalatina e má oclusão de Classe III (quando há um posicionamento mais anterior da mandíbula em relação à maxila) e