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Saúde

bebida alcoolica

O excesso de velocidade é responsável por uma em cada três mortes por acidentes de trânsito em todo o mundo, segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), Managing Speed, divulgado em maio deste ano. Estes números podem ser maiores se ocorrer a associação entre embriaguez alcoólica e direção veicular. Essa combinação é responsável por 9,4% das mortes e 9% das incapacidades de pessoas nas Américas, estima a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), no Relatório de situação regional sobre o álcool e saúde nas Américas, publicado em 2015.

revista Memorias do Instituto Oswaldo Cruz

Na edição de agosto da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, pesquisadores destacam a relevância do esclarecimento da morte de pacientes em casos suspeitos de chikungunya e outras arboviroses para a vigilância epidemiológica dessas doenças. A publicação também traz resultados de uma pesquisa sobre a hepatite B que revela forte associação da contaminação entre familiares para o surgimento de novos casos no Sul do país e, ainda, um estudo sobre o impacto da transmissão da doença de Chagas na Venezuela pelas formas alimentar e vertical (da mãe para o bebê). Os artigos publicados na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz podem ser acessados gratuitamente online.

Phlebotomus pappatasi

O gerenciamento ambiental e a pulverização química, duas importantes técnicas de combate às leishmanioses, foram foco de um estudo da Fiocruz Minas. Os pesquisadores avaliaram o impacto dessas práticas sobre o Lutzomyia longipalpis, principal transmissor do agente etiológico da leishmaniose visceral, e constaram que ações voltadas para o meio ambiente são mais eficazes no controle do vetor. A pesquisa, realizada em Belo Horizonte (MG), foi publicada recentemente na Acta Tropica, revista científica do grupo Elsevir.

Pesquisadores

Desde 2000, o Brasil teve, pelo menos, três surtos de febre amarela silvestre em que a doença alcançou áreas das regiões Sudeste e Sul que não registravam casos há décadas. Recém-publicada na revista internacional Scientific Reports, uma pesquisa realizada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mostra que estes episódios, relacionados a uma distribuição espacial ampliada, ocorreram após uma mudança no padrão de entrada e de espalhamento do vírus da febre amarela no território brasileiro. A partir da análise das sequências genéticas de vírus relacionados a 137 casos registrados em nove países das Américas entre 1954 e 2017, os cientistas identificaram que variantes virais pertencentes a uma linhagem moderna, introduzidas no Brasil por diferentes caminhos a partir de países vizinhos, estiveram por trás dos casos notificados nos últimos surtos. O trabalho é resultado de um esforço conjunto dos Laboratórios de Aids e Imunologia Molecular, de Biologia Molecular de Flavivírus, de Mosquitos Transmissores de Hematozoários e de Genética Molecular de Microrganismos do IOC/Fiocruz.

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