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Sociedade

morador de rua

Fragilidade social, que inclui desemprego, situação de rua e baixa escolaridade agravam o quadro dos pacientes com HIV/Aids

Avanços nas pesquisas têm tornado cada vez mais eficazes os tratamentos para as pessoas que vivem com HIV. Atualmente esses indivíduos levam uma vida bem perto da normalidade e têm uma expectativa de vida quase pareada com o restante da população. No entanto, estudo na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP revelou que quem vive em condição de fragilidade social – como desempregados, pessoas em situação de rua, e com baixa escolaridade – está mais sujeito à internação hospitalar devido às complicações do HIV.

Romanos

Figura da mulher adúltera era uma contradição que deveria ser eliminada pela morte ou transformação em prostituta

Defendida em julho na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, uma tese de doutorado realizou um extenso estudo sobre as práticas e as concepções do adultério entre a aristocracia romana, durante o período da dinastia Júlio-Cláudia, entre os anos 27 a.C. e 68 d.C.

amamentacao

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e como complemento até os dois anos ou mais. Contudo, no Brasil, na maior parte das empresas, a licença-maternidade é de apenas quatro meses, o que torna a amamentação um desafio para muitas mães. E o maior medo passa a ser relacionado à produção e armazenamento do leite. Para não precisar correr contra o tempo, o ideal é um planejamento com o mínimo de antecedência, afinal a ideia é não deixar de amamentar o bebê.

trabalho domestico

Emoções contraditórias permeiam a conflituosa relação entre domésticas e patroas na justiça carioca

O Poder Judiciário é a instituição onde muitas vezes vão parar os conflitos entre patroas e empregadas “do lar”. As disputas são tema do artigo de Fábio de Medina da Silva Gomes para a revista Cadernos de Campo, trazendo os resultados de sua pesquisa. Foram 37 audiências assistidas no tribunal e entrevistas realizadas por ele em visitas aos sindicatos laboral e patronal e Varas do Trabalho, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O autor destaca as questões tanto de gênero quanto do “dar e receber” entre empregadas domésticas e patroas, na tentativa de jogar luz sobre o “discurso das emoções” nessa relação bastante peculiar, cujo desfecho pode ser dar diante do juiz.

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