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Cobra cascavel

Uma parte fundamental da pesquisa científica acontece do lado de fora dos laboratórios: o trabalho de campo permite conhecer mais sobre o ciclo de transmissão de doenças e seus vetores. Quando se trata do estudo de animais peçonhentos, aqueles que produzem algum veneno, o cuidado deve ser redobrado. O programa de Pós-graduação Stricto sensu em Medicina Tropical do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em parceria com o Instituto Vital Brazil, realizou, entre os dias 10 e 14 de julho, a disciplina Animais Peçonhentos de Importância Médica. A capacitação chamou a atenção para os principais causadores de acidentes no Brasil, entre espécies de serpentes, escorpiões e aranhas. Ao todo, participaram 25 pessoas, entre estudantes e pesquisadores do IOC, de outras unidades da Fiocruz, e das secretarias de saúde do estado, do município do Rio de Janeiro e de cidades vizinhas. “O conhecimento sobre os animais peçonhentos é fundamental para ampliar a capacidade de reconhecer possíveis ameaças em campo e no dia a dia”, destacou Elba Lemos, chefe do Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do IOC/Fiocruz e uma das coordenadoras dessa oportunidade de formação.

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