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Poesia e Literatura

Ulysses and the Sirens

Pesquisa mostra imprecisão na tradução para “monstros” de criaturas extraordinárias presentes em poemas da Grécia Antiga

Das narrativas mais antigas às mais recentes, é o personagem heroico quem tem sido o protagonista. Entretanto, o lugar dos heróis nas histórias só existe em contraposição ao papel dos vilões ou, mais especificamente, dos monstros. Um trabalho da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP retoma a importância dessas criaturas ao analisar clássicos gregos e colocar em xeque a noção de que alguns dos mais conhecidos vilões da literatura tenham sido “monstros” na concepção moderna do termo.

dia de Lag Baomer

Para autora, ensino foi uma forma de resistência dos judeus ao nazismo durante a Segunda Guerra

“É difícil conseguir livros didáticos; sua venda está oficialmente proibida. Tomamos notas das aulas de nossos professores e as aprendemos de memória. Apesar dessas extraordinárias dificuldades, nosso ginásio outorgou verdadeiros diplomas de ensino médio. Os exames e as cerimônias de graduação tiveram lugar no apartamento de nosso diretor, o doutor Michael Brandstetter. Foi de tarde; todas as cortinas estavam baixas e se colocou um guarda de estudantes frente à casa. Os alunos foram examinados separadamente pelos professores, sentados em volta de uma mesa coberta com um pano verde. Todos, sem exceção, passaram no exame. Os diplomas não foram emitidos, como em outros tempos pelo Ministério de Educação, senão pela direção do gymnasium ilegal. Estavam impressos em folhas ordinárias de papel e levavam as assinaturas de todos os professores. Com lágrimas nos olhos, o diretor pronunciou seu discurso de costume, dirigido aos novos graduados, assim como a toda a juventude da Polônia, especialmente a juventude judaica, que deixam a escola sem nenhuma perspectiva para o futuro, salvo em tornar-se escravo de um campo de trabalho nazista.” – Testemunho de Mary Berg, sobrevivente do gueto de Varsóvia.

Pai Cosme

Publicação da Editora da USP revela 225 cartas dos dois intelectuais franceses que se especializaram no candomblé

Dois franceses cuja passagem pelo Brasil determinou suas vidas dali por diante. Um encontro em São Paulo que resultaria em amizade para toda a vida e uma intensa troca de cartas atravessando décadas. Agora, o público tem acesso à relação intelectual e afetiva entre o fotógrafo e etnólogo Pierre Verger (1902-1996) e o sociólogo Roger Bastide (1898-1974) através dessa correspondência.

Operacao Desagradavel por C. Maurand

Obra publicada pela Editora da USP estuda a visão exótica do País nos desenhos do pintor François-Auguste Biard

Ainda hoje, na “era da informação”, em que é possível viajar o mundo pela tela de um celular, há pessoas que veem o Brasil como um país exótico, primitivo, onde animais selvagens dividem as cidades com as pessoas e a floresta amazônica começa na próxima esquina. No livro Romantismo Tropical — Um pintor francês no Brasil, da professora Ana Lucia Araujo, da Howard University (Estados Unidos), a autora estuda um dos muitos responsáveis por divulgar essa imagem do País no exterior, o pintor francês François-Auguste Biard (1799-1882).

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Agenda Cultural

Workshops, palestras, seminários, conferências, congressos, shows, exposições e cursos na área Cultural

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